Borboletas sempre voltam

Um conto erótico de Mistério
Categoria: Homossexual
Data: 19/11/2020 21:27:13

Com as mãos trêmulas e o coração batendo em ritmo acelerado, Jonas corria para alcançar o elevador, contudo a frustração foi inevitável com o fechar da porta.

O jovem estava ansioso demais para esperar pelo elevador. Precisava confirmar se a informação que Isabel lhe dera era verídica, por esse motivo decidiu ir pelas escadas, correndo o máximo que pode.

Ao chegar no sexto andar, parou enfrente a porta apoiando as mãos nos joelhos. Estava ofegante e dedicou alguns segundos para recuperar o fôlego.

Somente tocar a campainha não era o suficiente. Jonas batia na porta desesperado, gritando pelo nome do namorado.

_ Bruno! Abre essa porta, Bruno.

As estocadas eram tão fortes , que fizeram dona Lurdes abrir a porta para verificar o que estava acontecendo.

_ Oh seu menino, o Bruninho já foi embora.

_ Como assim foi embora? Perguntou Jonas na esperança de que a idosa sorrisse e dissesse que não passava de uma trolagem.

_ Ele foi embora hoje de manhã bem cedinho. Um caminhão levou as coisa dele tudo. Você não sabia disso? Uh, vocês não são amigos?

Jonas socou a porta com as duas mãos com a intenção de aliviar a raiva. Apoiou as costas na porta e foi deslizando até sentar no chão, penetrou os dedos entre os cabelos.

_ Já tentou ligar para o celular dele?

Jonas não respondeu a idosa. Contudo, ele havia ligado muitas vezes para o celular de Bruno e só ouvia uma voz feminina dizendo que o número era inexistente.

Pensou em se comunicar pelo chat dos perfis das redes sociais de Bruno, mas para a sua surpresa estava bloqueado.

Dona Lurdes decidiu entrar, a sua novela já estava para começar. Ela que não iria perder o último capítulo de Avenida Brasil por causa de Jonas.

Desolado, Jonas se recusava a acreditar que Bruno partiu sem dizer um adeus , ou mesmo o motivo da partida.

O relacionamento deles era ótimo em todos os aspectos. O sexo era maravilhoso e praticado com frequência. Além de namorados, eles eram grandes amigos. Jonas confiava cegamente em Bruno, pois nunca foi tão bem tratado num relacionamento como era por Bruno.

A última vez que estiveram juntos foi na noite anterior. Jonas havia acabado de ter mais uma briga com a mãe e ligou para o namorado para pedir abrigo, porque não queria dormir em casa naquela noite.

Bruno o recebeu no seu apartamento. Vestia apenas um short esportivo de cor preta, mas havia acabado de sair do banho e cheirava a erva doce, que era o cheiro preferido de Jonas e não é por acaso que Bruno usou o sabonete e loção preferida do namorado, sua intenção era seduzi-lo.

O abraço foi uma forma de recepção. Ao sentir a maciez da pele de Bruno, Jonas segurou o seu queixo e lhe deu um beijo caloroso. Envergonhado, Bruno se afastou e puxou o namorado para dentro do apartamento.

_ Cara, e se alguém ver a gente?

_ Serão testemunhas do meu amor por você.

_ É, mas as pessoas são preconceituosas. Você precisa se controlar em público.

_ Deixe de ser exagerado que não tinha ninguém no saguão. E a culpa foi sua por ser tão gostosinho assim. Disse puxando Bruno pelas nadegas e o beijando novamente.

Jonas pôs as mãos por dentro do short do namorado e foi tateando até encontrar o ânus e penetrou o seu dedo, o que fez Bruno gemer como uma mulher.

_ Adoro quando você geme assim, feito uma putinha. Sussurrou Jonas ao pé do ouvido, em seguida deslizou a língua pelo pescoço do namorado.

Exitado, Bruno retirou a blusa de Jona, enquanto chupava os mamilos do rapaz, abriu a braguilha da calça de Jonas e começou a masturbar o seu membro.

O segurando pela nuca, Jonas fez Bruno se aguaichar até ficar de joelhos e deslizou o seu pênis nos lábios de Bruno e quando o rapaz ia pôr na boca, ele retirava irritando Bruno.

_ Quer mamar, bebezinho?

Bruno sorriu confirmando com a cabeça e engoliu o pênis de Jonas. O sexo oral foi muito prazeroso para ambos, mas Jonas não estava satisfeito. Arrancou o short de Bruno, o agarrou pela cintura o fazendo ficar de quatro, lubrificou o ânus de Bruno e penetrou num vai e vem até chegar ao orgasmo.

Após o ato sexual, eles tomaram banho e Bruno serviu uma lasanha de berinjela para o jantar. Ao depositar o jantar na mesa, abraçou Jonas pelo pescoço e o beijou no rosto e boca. Com a cabeça deitada no ombro de Jonas perguntou:

_ O que aconteceu entre você e a sua mãe, lindo?

_ Você não vai acreditar o quanto a minha mãe é uma pilantra. Você acredita que ela estava roubando dinheiro da Neiva?

_ Sério que a sua mãe estava roubando dinheiro da empregada dela? Como assim? Indagou se afastando e sentando na cadeira para ficar em frente a Jonas.

_ Sim, cara. Como você sabe os meus pais estão divorciados, mas ele ainda sustenta a casa e manda o salário da Neiva. Acontece que o meu pai manda 800 reais e a minha mãe só paga 500 a ela.

_ Nossa, que absurdo, lindinho! E como você descobriu isso?

_ Eu estava procurando um documento meu na gaveta do escritório que era do meu pai, foi aí que descobri os extratos bancários do pagamento da Neiva. Cara, a minha mãe é muita cara de pau. Quando eu fui tirar satisfação ela ainda se fez de vítima. Mas eu disse a ela que se não pagar a Neiva o que é dela por direito, eu vou denunciar para todo mundo e não vou prestar vestibular.

_ Mas se você não prestar vestibular vai se prejudicar, meu amor.

_ Não tô nem aí. Para falar a verdade eu nem quero cursar nada. Eu só queria arrumar um emprego e sair daquela casa. E a preocupação da minha mãe não é com o meu futuro e sim o medo de que meu pai deixe de pagar a minha pensão que ela come.

_ Oh, meu bem. Eu te recomendo a ingressar na faculdade e sair de casa. Você já vai fazer 18 anos na próxima segunda-feira, sua mãe não vai poder te proibir de sair de casa e você pode viver com a gorda pensão que o seu pai te paga, até você conseguir um estágio.

_ A ideia é boa. É isso mesmo que eu vou fazer.

Jonas começou a acariciar o rosto de Bruno, deslizando o seu dedo pelo nariz, até chegar na boca e contorná-la.

_ Casa comigo, gatinho?

_ Você quer que eu vá preso? Você é menor de idade e eu sou cinco mais velho que você. Disse Bruno sorrindo.

_ Eu não vou ser menor de idade para sempre. Se for para sair de casa que seja para viver com você.

_ Jonas, você só tem 17 anos. Tem tanta coisa para viver, tem certeza disso?

_ Eu tenho tantas coisas para viver sim, mas todas elas ao seu lado. Casa comigo, amorzinho?

Bruno sorriu e beijou o amante. Jonas arrastou a cadeira e pos Bruno sentado no seu colo.

_ Isso é um sim?

_ Deixa eu pensar…

_ Ah, não Bruno!

_ Brincadeirinha. É óbvio que eu quero me casar com você. Cê é o homem da minha vida.

Jonas transbordava felicidade. Estava completamente apaixonado por Bruno. Era a primeira vez na vida que estava habitando na terra dos apaixonados. A possibilidade de sair de casa e viver ao lado do seu grande amor era o conceito de paraíso para Jonas.

Bruno havia caprichado no jantar. Ele gostava de dedicar o seu tempo para cuidar do amado. Era uma de suas formas de expressar carinho. Ele gostava de ver Jonas saboreando a sua comida, gostava de limpar a casa para recebê -lo, gostava de cuidar do corpo para Jonas pudesse desfrutar dele. Amava massagear o corpo do namorado e vê-lo relaxado e com tesão.

Quando Jonas dormia em sua cama, Bruno acariciava os cabelos lisos e castanhos do amado, admirando a sua beleza. Ao abrir os olhos e ver Bruno o olhando, o coração de Jonas se enchia de ternura e ele a expressava beijando Bruno, puxando o seu corpo para si e envolver Bruno nos seus braços, e assim dormindo numa posição protetora.

Eles namoravam há nove meses. Conheceram-se pelo Facebook e o primeiro encontro foi num cinema. Jonas não gostava do filme escolhido , mas fingiu interesse para impressionar Bruno. Ele queria parecer mais velho e culto.

Em seguida foram jantar num restaurante japonês e Bruno revelou que não gostou do filme por ter medo de filmes de terror. Jonas começou a rir.

_ Para. Isso não é engraçado! Disse sorrindo.

_ Na verdade, eu também não gostei. Só fingi que gostei para te agradar.

Ambos gargalhavam sem se importarem com as pessoas olhando.

_ Agora você vê, menino. Nós assistimos um filme que não gostamos para agradar ao outro e no final nenhum dos dois gostaram e eu estou morrendo de medo.

_ Não fique com medo, eu te protejo. Para o seu bem estar, a gente pode dormir num motel hoje. Sua proteção em primeiro lugar.

_ Safadinho você.

Bruno relutou quando Jonas revelou que mentira sobre a sua idade, que na verdade ainda tinha 17 anos e que em breve faria 18. Contudo os encontros eram tão agradáveis, que Bruno não resistiu aos encantos de Jonas e eles viveram os nove melhores meses de suas vidas.

Bruno e Jonas se despediram pela manhã. Não sem antes se renderem ao prazer do sexo, seguido de um delicioso café da manhã.

Jonas chegou em casa radiante de felicidade. Estava muito empolgado para pôr em prática o plano de se casar com Bruno.

A princípio, não desejava cursar uma faculdade, mas faria esse esforço para continuar recebendo a pensão do seu pai, afinal ele ainda não tinha um emprego e não poderia deixar que Bruno arcasse com todas as despesas sozinho. O salário que Bruno ganha como jornalista não era o suficiente para manter o sustento dos dois.

A parte desagradável será assumir a sua sexualidade para os pais. Eles dariam um showzinho barato de homofobia e dramalhão irritante. Jonas não temia a rejeição dos seus pais. Ele não se importava com a opinião daqueles pilantras, como ele costumava os chamar. O que Jonas não queria era ter que aturar as crises de histerias dos seus genitores.

Lucia o esperava assentada no sofá da sala de estar. Ela estava com os olhos lacrimejando.

_ Onde é que você estava? Eu não dormir a noite inteira de tão preocupada com você. Mentiu Lúcia. Na verdade ela dormiu a noite inteira. Ela acreditara que Jonas estava na casa do seu amigo Rafael, contudo gostava de interpretar a mãe desesperada. Talvez assim comovesse o filho a desistir de obrigá-la a parar de desviar uma parte do salário de Neiva.

Jonas estava tão feliz, que viu naquele momento a oportunidade ideal para revelar a sua sexualidade.

_ Eu estava na casa do Bruno.

_ Quem é esse tal de Bruno?

_ Esse tal de Bruno é meu namorado, ou melhor noivo.

_ Que palhaçada é essa, Jonas?

_ Palhaçada nenhuma. Eu estou namorando há nove meses com um homem maravilhoso e nós vamos nos casar.

Lúcia o olhou com fúria.

_ Jonas, você para de besteiras. Eu não aceito esse tipo de brincadeira.

_Eu não estou brincando. Eu sou gay e você vai ter que aceitar isso.

_ Eu não tenho que aceitar nada. Você nasceu homem e sempre será homem.

_ Nossa! Ela descobriu a América! É claro que eu sou homem. E o fato de eu ser gay não muda em nada isso.

_ Homem que dar a bunda não é homem.

_ Olha, para a sua alegria eu não dou a bunda, eu sou ativo.

Lúcia sempre desconfiara que o filho sentia atração por meninos, mas ignorava para si mesma. Para ela era vergonhoso demais ter um filho gay. O que as suas amigas diriam?

_ olha, filho. Isso só uma fase. A gente pode marcar um terapeuta e...

Jonas a deixou falando sozinha e foi para o seu quarto. Lúcia foi atrás argumentando sobre um possível distúrbio que Jonas poderia está sofrendo. Irritado, Jonas fechou a porta, deixando Lúcia gritando do outro lado.

Olívia, que estava em seu quarto, ouvia os gritos da mãe. E para não ter que contorná-la permaneceu em seu quarto. Pelo celular mandou um SMS para o irmão.

_ O q aconteceu?

_ Eu falei p velha q sou viado.

_😱😱😱 Você é louco!

_ 😈

_ 😂😂😂 p q vc resolveu falar isso agora?

_ pq vou me casar com o Bruno

_ Sério isso?

_aham

_ Louco.

_ Louco não. Apaixonado 😍

_ 😋🥰

Jonas passou o final de semana na casa da sua avó, que fica em outra cidade.

Durante os dias estranhou ñ ter conseguido falar com Bruno, que ñ atendia as ligações. Ficou tão ansioso, mas ñ podia voltar antes da segunda feira.

Assim que chegou em casa, ligou para uma vizinha e amiga do Bruno, a Isabel, e a menina disse que Bruno foi embora.

_ Como assim embora? Que brincadeira é essa? Tá de zoação com a minha cara?

Isabel permaneceu calada por alguns segundos.

_ Não estou, Jonas. O Bruno foi embora… ele não volta mais._ disse com a voz triste por ter pena de Jonas.

_ Ninguém vai embora do nada. A gente estava bem. Vamos nos casarmos!

Pra aonde ele foi?

_ Eu não sei. Ele só me disse que ia embora e me devolveu as chaves do apartamento.

_ Isso só pode ser piada! E muito da sem graça. Eu vou aí agora falar com ele.

Desesperado, Jonas pegou o carro da mãe e dirigiu em alta velocidade até a casa do namorado.

Não pensou que poderia ser abordado numa blitz e que estaria ferrado por ser menor de idade e não ter carteira de motorista, além de está dirigindo numa velocidade acima da permitida.

Jonas não se importava com nada. Só queria vê Bruno.

Ainda sentado no chão com as costas encostadas na porta, Jonas penetrou os dedos entre os cabelos e tentou conter o choro.

Era surreal que Bruno tivesse feito isso com ele. Como alguém vai embora assim sem mais e nem menos.

Cogitou muitas possibilidade, tais quais no que poderia ter feito de errado para provocar a raiva do namorado ou até pior! Bruno poderia ter outro!

Sentiu -se um tolo.

Eu o mato! Juro que mato! Mato ele e o desgraçado do amante!

Com o passar dos minutos, assumiu que o motivo era o que menos importava, pois o que mais desejava era ter o namorado de volta.

Jonas o amava muito. E pela primeira vez na vida sentia o seu coração estraçalhado por uma decepção amorosa.

O jovem percebeu que as luzes da sala ainda estavam acesas mesmo sendo meia noite.

Provavelmente, a sua mãe ainda o esperava para lhe dar os sermões de cada dia.

Jonas não se importava com mais nada. Entrou em casa sem olhar para ninguém.

Olivia queria abraça-lo, mas foi detida por Lúcia, que ao vê o filho com os olhos vermelhos de tanto chorar, deu um sorrisinho no canto da boca.

Jonas foi para o quarto. Jogou-se na cama e apertou o travesseiro, enterrando a cabeça para abafar o choro.

Olivia entrou no quarto cabisbaixa.

_ Ele foi mesmo embora?

Jonas fez um sinal positivo com a cabeça. E abraçou a irmã mais nova.

_ Eu odeio te vê triste. _ disse a menina quase chorando.

_ Eu acho que sei o motivo pelo qual o Bruno foi embora. Você me perdoa?

Jonas a afastou com os braços.

_ O que aconteceu, Olivia?

_ A mamãe bateu. Ela queria que eu contasse quem era o seu namorado e onde ele morava. Eu resisti, mas ela disse que cortaria o meu cabelo se eu não falasse.

_ E?

_ Eu acabei dizendo. Me desculpa? Eu não queria falar e… Ela contou para o papai e os dois foram na casa do Bruno enquanto você estava na casa da vovó.

_ O que eles foram fazer lá?

_ Eu não sei.

Jonas levantou furioso e foi até a sala.

_ O que você foi fazer na casa do Bruno?

Lúcia o olhou seriamente.


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Comentários

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23/11/2020 00:12:03
amg, amei mt seu conto publica sua história no wattpad também 💓💓
20/11/2020 08:44:54
Puta velha desgraçada
20/11/2020 00:53:51
Esta é a minha terceira história q escrevo por aqui. As outras duas foram:O namorado da minha filha e Delicioso pecado. Para quem tiver interessado eu tenho um perfil no Wattpad, onde publico outras histórias. />
19/11/2020 21:42:10
1° passo: matar a velha


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