A perspetiva da Mia

Um conto erótico de R Wilson
Categoria: Heterossexual
Data: 10/10/2020 09:04:36
Última revisão: 10/10/2020 09:54:48

Fiquei muito feliz quando recebi a chamada telefónica da Dona Joana a dizer que tinha sido eu a seleccionada para ir trabalhar como baby-sitter da filha dela. Tudo aconteceu tão depressa… Num dia estava a desempregada no outro estava perante um salário fantástico. E para desempenhar funções que eu gosto.

Às 16 horas estava a tocar à porta do casal Brito, foi a Dona Joana quem me recebeu. Estava fardada com o uniforme da companhia aérea onde trabalha e notava-se que estava com pressa. Gritou o nome do marido enquanto me fazia sinal com a mão para eu entrar para a sala, e ele surgiu atrás de mim. Meu Deus, o homem era lindo. Estava despenteado o que lhe conferia um ar sexy. Esticou a mão para me cumprimentar.

- Boa tarde! - Disse-me. Dei-lhe as boas tardes e a Dona Joana interrompeu-nos:

- Jorge, estou atrasada. Mostra a casa à Mia, por favor. Explica-lhe tudo e ajuda-a no que precisar.

Deram um beijo rápido nos lábios e ela esgueirou-se porta fora com uma mala de viagem atrás.

Inicialmente, eu estava nervosa, mas à medida que as horas iam passando, o Jorge começou a deixar-me bastante confortável. Parecia um patrão simples. Conversador, simpático e giro. A Matilde era uma bebé encantadora. Percebi que ia ser uma criança fácil.

Agora vem a parte complicada da história. Não sei explicar como nem porquê, mas de repente comecei a ficar encantada com o Jorge. Não que ele estivesse claramente a seduzir-me, bem pelo contrário. Acho que o meu interesse por ele surgiu, precisamente, porque ele estava a agir com naturalidade. Longe de imaginar o que se ia passar entre nós. Comecei a sentir um calor forte dentro de mim. Sempre que ele falava ou sorria eu sentia uma vertigem. Imaginei o que seria estar nos braços dele. Ele era muito alto e forte mas não era um homem sisudo. Os calores foram aumentando e perguntei se podia tomar um duche. Ele anuiu e eu fui para a casa-de-banho. Fechei-me na cabine de duche e, conforme senti a água a correr pelo meu corpo, comecei a acariciar-me. Levei o indicador à minha vagina e comecei a acariciar o clítoris num movimento ritmado enquanto pensava nele. Confesso que imaginei que ele me agarrava e me fodia com agressividade. Nunca tinha tido qualquer fantasia com violações. A minha mente estava a revelar uma novidade, provavelmente devido à estatura física dele. Um homem tão grande devia ser bruto na cama. Fantasiei que ele me agarrava e me fodia em várias posições diferentes. Eu gritava que não queria e ele tapava a minha boca com as suas mãos enormes. Eu tentava afastá-lo, imprimindo toda a minha força e ele, sem qualquer dificuldade, ainda me penetrava com maior vigor. Comecei a tocar no meu seio esquerdo com a minha mão livre e o orgasmo chegou rapidamente. Terminei o meu duche e procurei uma toalha. Lembrei-me que não trouxera roupa para me trocar e fui ter com ele à sala. Encontrei-o sentado no sofá a ver televisão e a beber qualquer coisa. Foi nesse momento que tivemos a nossa primeira discussão e eu nem percebi bem porquê. Ele começou a gritar comigo por eu não ter trazido um saco de roupa e eu desabei. Acho que ia desatar a chorar se ele não se tivesse acalmado. Achei completamente descontextualizada e exagerada a reação dele. Desculpei-me e ele também se desculpou. Não sei explicar porquê mas aquele comportamento dele excitou-me e, num impulso, atirei-me para os braços dele. Ele correspondeu ao meu abraço e eu entendi isso como uma anuência à minha sede de ser possuída por ele. Afastei a toalha de banho que me tapava e acabámos por ter sexo. Primeiro sentados no sofá e depois de pé. Ele era tudo o que eu imaginara, sabia como me excitar, como me dar prazer. Na verdade, a minha experiência com rapazes não era muito vasta. Mas nunca tinha sentido tanto desejo e tanto prazer.

- Foi a melhor foda da minha vida. Os rapazes da minha idade não sabem foder.

Ele disse-me qualquer coisa sobre não ir deixar a Dona Joana. Como se eu tivesse pensado nisso ou quisesse que isso acontecesse…

Fui ver se a filha dele estava bem e aproveitei para vestir qualquer coisa. Encontrei uma camisa dele no quarto e usei-a. Nem me dei ao trabalho de apertar os botões porque sentia que ficava sexy se aparecesse perto dele semi-nua. E voltámos a fazer amor. Desta vez, ele deitou-me no chão e fez-me um minete. Nunca tinha sido lambida naquele sítio e o que senti… meu Deus, como era bom sentir uma língua quente e húmida no meu clítoris. Que sensação indiscritível. Sentia ondas de prazer a percorrerem todo o meu corpo. Depois, ele dirigiu-me para o seu pénis. Percebi que ele queria que eu chupasse. Já tinha feito aquilo a um ex-namorado mas temia não fazer bem. O Jorge era um homem feito, com muita experiência. Na minha cabeça achava que ele podia não gostar da minha felação. Comecei a lamber-lhe a cabeça do pau e alternadamente a enfiá-lo pela boca adentro enquanto sugava. Ouvi-o gemer e isso incentivou-me. Se ele gemera era porque eu estava a fazer o broche corretamente. Quando eu me comecei a sentir confiante, ele tirou-me o pénis da boca e sentou-me em cima dele. Comecei a mexer-me de forma a estimular o meu clítoris na zona genital dele e ele ia apertando-me os peitos ao mesmo tempo. Senti que me estava a vir e comecei a gemer. Ele puxou-me para mudarmos de posição. Meteu-me de quatro e mandou-me masturbar enquanto me fodia. Tive o orgasmo rapidamente porque estava cheia de tesão e como estivera tantas vezes perto de me vir, o orgasmo foi o mais longo que alguma vez sentira.

Passámos os 3 dias que durou a viagem da Dona Joana como namorados. Tomávamos conta da Matilde e fazíamos amor. Parecia uma lua-de-mel. O Jorge saía para ir trabalhar e mal regressava a casa, levava-me para a cama. Ou para o chão. Ou para o sofá. Ou fazíamos contra a parede ou em cima da mesa. Fizemos sexo de todas as formas. Não havia limites. Aprendi muito com ele, inclusivamente sobre o meu corpo. Numa das vezes, eu estava sentada a almoçar ao seu lado, quando ele me enfiou o dedo dentro da vagina e estimulou-me um sítio, dentro de mim, que me me fez ter um orgasmo inacreditável. No fim, caíram-me lágrimas num misto de felicidade e de vulnerabilidade. Ele abraçou-me, carinhosamente, e disse-me que era o ponto G.

Passávamos horas e horas nus, brincávamos, fazíamos cócegas um ao outro, massajávamo-nos, cansávamo-nos. E o prazer não terminava. Ele dizia que eu o fazia sentir-se como se tivesse 20 anos novamente. Só nos vestíamos quando íamos ter com a Mati para lhe dar comer, brincar com ela, ou dar-lhe atenção. À frente da filha, ele mudava, ficava sério. Mas mal a bebé adormecia ou se entretinha com os seus brinquedos, ele mostrava que me queria novamente. Mordiscava-me o lóbulo da orelha, agarrava-me os seios, dava-me palmadas no rabo, apertava-me o monte de vénus. E eu também adorava provocá-lo. Sentava-me em cima dele, arranhava-o, lambia-lhe o peito, pegava-lhe nos testículos, beijava-o apaixonadamente.

A nossa diferença de alturas era tão grande que eu adorava tentar subir para cima dele, adorava quando ele andava comigo às cavalitas e eu encostava o peito nu às suas costas e me sentia protegida.

No terceiro dia, acordei com uma sensação desconfortável. Uma tristeza pairava sobre mim. Sabia que dali a umas horas, a Joana iria regressar e eu iria voltar para casa dos meus pais. A nossa relação idílica iria ter um fim. É certo que ela iria voltar a viajar passado uns dias, mas eu não sabia se o Jorge queria manter o nosso relacionamento ou se iria terminar tudo.

Estávamos os dois deitados na cama, destapados quando eu lhe pergunto:

- Estás acordado?

- Não.

Rimo-nos os dois.

- A Joana chega hoje.

Ele não disse nada. Eu continuei:

- E nós?

- Nós o quê? - Perguntou-me enquanto me afastava uma mecha de cabelo do rosto.

- Como é que ficamos? - Vi que ele engoliu em seco e rematou:

- Como é que havíamos de ficar? Tu és apenas a baby-sitter da minha filha. A minha mulher está a chegar e o que aconteceu entre nós não vai voltar a acontecer.

Senti o chão fugir debaixo dos meus pés. Ele teve coragem de dizer as palavras que eu mais temia ouvir. E de uma forma tão seca. Tão desapaixonada. Para ele tinha sido apenas sexo. Agora a mulherzinha voltava e eu era lixo. Foi como se me tivesse dado um murro no estômago. Levantei-me da cama e senti-o puxar-me o braço.

- Espera. - Disse-me ele. - Vamos conversar.

- Não tenho nada para conversar contigo. - E tentei afastar-me. Mas ele continuava a puxar-me o braço. Depois com a outra mão puxou-me com mais força e eu caí para cima da cama. Tentei sair. Ele, sem esforço, agarrava-me. Eu, com muito esforço, bracejava e esperneava. Continuava a tentar sair da cama. Ele deitou-se em cima de mim. Eu ofegava pelo cansaço do meu esforço e ele manietou-me com a maior das facilidades. Puxou-me a cabeça para olhar de frente para mim. Viu as lágrimas que me caiam dos olhos:

- Também me custa. - Disse-me baixinho. Eu comecei a tentar empurrá-lo mas ele não cedia. Comecei a bater-lhe aleatoriamente mas ele agarrou-me os dois braços só com uma das suas mãos. Sentia-me humilhada. Estava a ser rejeitada, preterida, estava nua, frágil, e ele ainda conseguia gozar com a minha compleição física.

- Larga-me! - Gritei.

- Vamos conversar?

- Não tenho nada para conversar contigo. Procura outra baby-sitter. Nunca mais te quero ver. Larga-me.

- Só te largo se conversarmos.

- Já disse que não tenho nada para conversar contigo.

- Mia, eu sempre te disse que não ía largar a minha mulher e que não ia ter uma amante. Tivemos um caso mas não podemos mantê-lo.

- Larga-me!

- Temos de saber lidar com isto que nos aconteceu.

- Larga-me!

Ele largou-me. Eu levantei-me e quando comecei a afastar-me, ele agarrou-me por trás. Colocou ambas as suas mãos nos meus seios que ficavam perdidos naquelas mãos enormes e puxou-me para trás. Caí sentada no colo dele. Rapidamente agarrou os meus seios com a mão direita, enquanto metia a esquerda na minha vagina. Eu tentei puxar-lhe o braço esquerdo que não cedia. Tentei afastar o direito das minhas mamas, mas ele ainda gozava mais comigo, ao começar a estimular o meu bico. Sentia-me a ficar molhada. Como o odiava naquele momento. Queria bater-lhe, estava a chorar e o meu corpo reagia aos estímulos sexuais. Estava a ser traída pelo meu corpo. Ele viu que eu estava lubrificada e virou-me de frente para si. Debatia-me ingloriamente. O Jorge baixou a cabeça e procurou o meu mamilo que abocanhou. Senti, imediatamente, o bico a crescer na boca dele. Saiu-me um gemido incontido e revirei os olhos. Comecei a ficar ofegante e procurei a cabeça dele que empurrei mais contra os meus peitos. Não queria que ele parasse de me chupar os mamilos. Era tão bom. Agarrei o meu outro peitinho e levei-o perto da boca dele, a incentivá-lo a ir ao outro. E ele foi. De repente sentiu-o penetrar-me. Estava tão grande e duro. Pareceu que me tinha rasgado. Uma dor boa, viril. Comecei a cavalgar nele, sempre a empurrar-lhe a cabeça contra as minhas mamas. Procurava o orgasmo assim. Sentia-o mordiscar-me os bicos. Eu arqueava as costas. Queria mais. Ele apertava-me os seios nas mãos e eu aumentava a velocidade. Foi quando o ouvi sussurrar:

- Estou-me a vir. - E veio-se. Eu saí de cima dele. Olhei-os nos olhos e retorqui:

- Pois eu não me vim. Não serves nem para dar prazer a uma mulher.

Ele olhou para mim confuso. E eu senti-me vingada. Ferira o ego do grande Jorge Brito. Depois de ele me ter usado como um saco de esperma, finalmente ia sentir-se uma partícula de pó. Saí do quarto, vesti a minha roupa e preparava-me para sair de casa dele, quando a Joana meteu a chave à porta e entrou.


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Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
10/10/2020 23:09:53
Acabo de ler com muito prazer mais uma etapa dessa tesuda sequência, vou deixar meu dez e três merecidas estrelas. ( )


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