Minha esposa Gisele e seu chefe Luciano 5

Um conto erótico de Rocorno
Categoria: Heterossexual
Data: 07/10/2020 22:48:30
Última revisão: 08/10/2020 15:50:14

Lá estávamos nós, eu e Gisele, deitados cada um em uma ponta do sofá. Desta vez havia uma novidade, uma nova fantasia de Luciano, seu chefe, tinha sido realizada naquele diaEntão amor. Estávamos próximos da hora do almoço, e o Lu chegou de repente na nossa sala e comunicou a todos que ele não poderia ir com a gente no restaurante, pois havia chegado um pedido prioritário. Quando eu e as meninas estávamos saindo, ele pediu pra eu ficar e ajuda-lo. As outras ficaram rindo pra mim, falando baixinho entre elas.

- Oxe, elas sabem? - perguntei surpreso.

-- Amor. Todos do meu setor já sacaram o que tá rolando entre eu e o Lu. Ninguém seria tão inocente de imaginar que toda quarta feira a gente só vai para as visitas...

- Espera aí Gisele. Você tá me dizendo que todos seus colegas de serviço sabem que eu sou corno?

-- Não, amor. Eu disse que todos sacaram que eu e o Luciano temos um caso. Se você interpreta isso como ser corno, o que eu posso dizer? Eu nunca te chamei assim e também não o vejo desse jeito.

- Mas é assim que seu chefe me chama e é assim que seus colegas de serviço pensam sobre mim...

-- Bom... é... ele te chama assim e eu sei que na cabeça de todo mundo la, você é corno. Mas porque se importar com o que eles pensam ou dizem?

- Dizem? - questionei surpreso.

-- É... você sabe como é o ambiente de serviço. Sempre rola uma piadinha aqui, outra ali... frase de duplo sentido... Essas coisas amor. Mas é só brincadeira, não esquenta com isso...

Saber que todos os colegas do setor de minha esposa sabiam dos meus chifres e que até soltavam algumas piadinhas não me agradou. Eu conseguia aceitar o fato da minha esposa trepar com o chefe dela, porém eu não precisava virar comédia pra ninguém. E se isso se espalhasse para fora da empresa? E se a minha família ou a de Gisele acabasse descobrindo que ela era puta do chefe e eu era corno? Alguns colegas e até amigas que minha esposa fez na empresa já visitaram minha casa, já foram jogar boliche com a gente. Agora essas mesmas pessoas que também me conheciam, sabiam que eu estava tomando chifre.

- Eles imaginam que eu sei?

-- Não amor. Como eu disse, eles só sacaram o que está acontecendo. Não falei com ninguém sobre isso, só com a Raquel.

Raquel era uma das amigas de Gisele na empresa, que também conheceu e sentou na vara de Luciano.

- Até onde ela sabe? - Eu quis saber.

-- Ela só sabe que eu tô dando pra ele. Não sabe que você está ciente, mas solta umas piadinhas sobre você... Não fica bravo, amor. Você sabe que ela é assim, é da zuera.

- Ok. Só espero que ela não seja da fofoca...

-- Não é amor. Fica tranquilo... Ela nem ficou brava quando soube que ele tá me comendo. Pensei que ia ficar com ciúmes por ele ter pegado ela primeiro... Mas não, ela é totalmente desencanada dessas coisas.

Ok, era mais um detalhe que eu tive que engolir em seco. Saber que tinha fama de corno na empresa de minha esposa. Se eu não conhecesse ninguém lá, não me importaria, talvez. Porém eu já havia conhecido a maioria deles e eram tudo gente boa. Não gostava da ideia de eles terem pensamentos pejorativas sobre mim.

- Tudo bem amor. Continue contando sobre o que vocês fizeram hoje. Você estava me dizendo que realizaram uma nova fantasia.

-- Sim... Isso... Hoje ele quis me comer dentro do escritório, você acredita?.. Assim que o pessoal saiu da sala, ele chegou em mim e abriu minha camisa... botão por botão... Abaixou meu sutiã e colocou meus seios pra fora.

- E você?

-- Eu estava muito tensa. Pensei que a qualquer hora alguém iria entrar na sala e nos ver namorando. Mas ele me pegou de jeito, amor... me colocou sentada na mesa dele e mamou tão gostoso nos meus peitos que me fez esquecer do perigo por um momento.

Uma das coisas que me excitavam era ver como a minha esposa narrava suas experiências. Hora fechava os olhos, revivendo seus momentos; hora sorria involutariamente, como se estivesse sentindo o mesmo tesão que teve com seu chefeEle parou na minha frente e mandou eu tirar toda minha roupa e ficar peladinha no escritório.

- Ele é louco?

-- Deve ser... Só que dessa vez o perigo passou a me excitar ainda mais. Pensar que a qualquer hora alguém poderia aparecer e me ver nua na mesa dele, me deixou molhada só de pensar...

- Então você obedeceu?

-- Claro que sim, amor. Tirei minha blusinha, minha saia... minha camisa só ficou desabotoada. Joguei meu sutiã no chão e até as sandálias eu descalcei.... Deitei quase nua na mesa dele...

- E ele? Não tirou a roupa dele?

-- Eu perguntei, mas ele disse que não. Ia só botar o pau pra fora... Amo quando ele fica assim, mandão... Me sinto submissa, mas também me senti tão poderosa, sabe...

- Por quê?

-- Porque naquele momento eu era a rainha daquele escritório... Era a fêmea do chefe. Eu sou a fêmea dele naquele lugar...entende?

- Que estranho - De fato eu não entendia esses pensamentos de Gisele.

-- É coisa de mulher, amor. Você não entenderia, mesmo... Só sei que fiquei só com a calcinha, pois ele gosta de tirar. Abri ligeiramente as pernas. Ele se encaixou entre elas e arrancou.

- Você ficou nua no escritório?

-- Peladinha amor... Assim que ele terminou de tirar minha calcinha, se ajoelhou e começou a chupar minha buceta... Nossa, você nem imagina... Tudo estava me deixando louca: o perigo, a língua dele passando no meu grelinho, a situação, Tudo... minha buceta ficou literalmente ensopada.

Minha esposa dava indícios de que também estava curtindo as fantasias de seu chefe. Primeiro, me ligara outro dia enquanto eles fodiam, em seguida fez sexo com ele na nossa cama enquanto eu estava escondido no armário, e agora me contava como havia trepado com ele no escritório, com o perigo de serem pegos a qualquer momentoSó que não podíamos demorar, né? O pessoal volta logo após o horário de almoço. Todos lá são bem pontuais. Então ele subiu em mim, sobre a mesa.... foi beijando todo o meu corpo, minhas pernas, minha barriga, meus seios e terminou me dando um beijo na boca de tirar o fôlego.

A gente ficou se chupando, eu nua e ele todo vestido... Aí, amor, não nego, eu estava me sentindo uma puta daquele jeito. Só eu pelada, parecia que estava lá apenas pra satisfazer os desejos dele...

- E isso te incomodou? Você não gostou?

-- Amor, me incomoda justamente porque gostei. Gostei muito. Isso só me deixou ainda mais excitada.

A vida pregava situações inusitadas para mim. Eu estava ali, ouvindo minha esposa dizer que estava se sentindo uma puta por estar toda nua pro chefe dela, enquanto eu, seu marido, ouvia como se ela estivesse me contando uma simples fofoca de trabalho.

-- Ele só abriu o zíper da calça, sacou o pau dele pra fora e meteu na minha buceta. Eu estava tão molhada que entrou de uma única vez, sem dificuldade nenhuma...

- Mesmo com o pau dele sendo grande?

-- Sim amor... A gente ficou ali, em cima da mesa... O Lu começou a meter bem gostoso. Ele não economizou... foi aumentando a velocidade sem demora dessa vez... Não tínhamos muito tempo...

- Mas vocês fizeram barulho?

-- Pior que sim. Não deu pra conter muito os gemidos. No começo até tentei gemer baixinho, mas ele estava caprichando muito.... Eu estava gemendo bem alto...

O perigo só aumentou... É como se, no fundo, eu quisesse que alguém me escutasse e entrasse na sala naquela hora e nos pegasse trepando na mesa... Só que o pessoal das outras salas também tinham ido almoçar.

- Então foi uma rapidinha?

-- Rum... Foi o que eu pensei, mas ele é muito viril. Ficou daquele jeito por um bom tempo. Acho que ele já se acostumou a meter assim. Vou perguntar pra ele como se faz e passo pra você...

Mais uma vez, sem perceber, Gisele mostrou o quanto seu chefe era melhor que eu na hora de fuder uma mulher. Com aquela frase, ela caracterizou o tamanho da diferença de tempo e de força entre eu e o LucianoEle ficou de pé e começou a acelerar e a socar com mais força. Na minha cabeça eu tinha a impressão que a hora do almoço já tinha ido quase toda e que o pessoal estava voltando... Isso só aumentou o meu tesão... Você já pode imaginar que eu estava quase gritando de tanto gemer.

- Sim, amor. Mas e aí? Ninguém pegou você, certo?Então, eu gozei uma vez e fiz praticamente um escândalo, kkkkkkk...

- Não sei como você pode rir numa situação dessa.

-- Nem eu, amor. Só sei que ele continuou, continuou e continuou. Quando eu estava pra gozar de novo ele disse que ia também.... Menino, nós dois começamos a gemer tão alto que se alguém tivesse voltado do almoço seria impossível não ouvir...

Lembro que meu pau ficou tão duro que até minha esposa percebeu. Ela deu uma pequena olhada para o volume da minha calça e deu um sorrisinho de lado.

-- Quando o nosso orgasmo estava no final eu tomei o maior susto da minha vida...

- Qual?

-- Menino... A porta do escritório se abriu e a Raquel apareceu... Imagina só a cena: O Luciano com o pau dentro da minha buceta terminando de ejacular, eu toda nua terminando de gemer, e a Raquel ali parada olhando pra gente...

- E aí? - Meu coração estava a mil com o suspense de Gisele.

-- Ela riu, amor. Disse que a gente precisava fazer menos barulho porque dava pra ouvir os gritos de longe da porta... Porém ela contou que veio na frente do pessoal e que eu precisava colocar logo a roupa, já que o resto estava chegando.

- Ah é, eu lembrei que você disse que ela já sabia...

-- Já... Mas eu não esperava que ela pegasse a gente no flagra... Me levantei rapidinho, coloquei minha roupa. Nem deu tempo de me limpar... Quando o pessoal entrou no escritório, eu estava terminando de colocar as sandálias e sentindo a porra do Lu começando a escorrer... Por fim, fui no banheiro pra me limpar.

- Que perigo vocês correram, heim?

-- Ah! Mas valeu muito a pena, só que ele disse que dificilmente faremos isso de novo, kkkkkk...

Bom, agora preciso de um banho, vamos?

- Vamos.

Desde a vez em que minha esposa e Luciano transaram na nossa cama, eu prometi à Gisele que ajudaria ela a dar o cu pra ele. Como ela ainda era virgem, não seria nada fácil receber o pau dele de uma vez, já que era grande e grosso.

Então, andei pesquisando pela internet e achei uma maneira que facilitaria um pouco para ela. Primeiro, fiquei uma semana tomando banho com minha esposa e sempre enfiava um dedo no seu cuzinho e ficava a estimulando. Na segunda semana, passei a enfiar 2 dedos enquanto a deixava excitada. Agora, após 15 dias, já estava enfiando 3 dedos, ainda que com certa dificuldade. Sabíamos que a dor seria inevitável quando ela desse pra ele, mas ao menos iríamos amenizar.

A festa de fim de ano da empresa de Gisele se aproximava, e ela havia prometido que daria o cu para ele antes do evento. Porém, devido a correria que todo final de período demanda nas empresas, os encontros deles foram mais raros e ligeiros conforme a data se aproximava, o que acabou por impedir que ele tirasse a virgindade dela como prometido.

A festa ocorria sempre numa fazenda de um dos grandes sócios da companhia. Um casarão cheio de quartos. Em cada um dos 3 primeiros finais de semana de dezembro, uma das 3 empresas da companhia que ficava na região, passava um final se semana nesse lugar. Sendo assim, era possível levar o cônjuge no caso daqueles que eram casados ou que possuíam união estável comprovada. Logo, como eramos recém casados, era a primeira vez que eu poderia acompanhar minha esposa.

Ela me alertou que Luciano dava indícios de que iria tentar come-la lá também. A ideia não me agradava muito, pois eu já estava com fama de corno entre o pessoal que trabalha com eles, e isso se acentuaria caso ficasse na cara que eles estavam fudendo mesmo na companhia do marido. Gisele apenas pediu para eu me fazer de desentendido, que eles seriam bem discretos, caso acontecesse algo. Lembrando ainda que Luciano não sabia que eu estava ciente do caso deles, logo, ele tomaria todo o cuidado perto de mim.

Dias depois...

Chegamos no evento de final de ano, próximo ao meio dia. Uma mesa estava reservada pra nós, eu, Gisele, seu chefe, Paula e esposo, e Raquel, já que a mulher de Luciano não viria. Ainda assim, pouco ficávamos na mesa; estávamos circulando de um lado para o outro participando dos círculos de conversa. Deixamos nossas coisas numa sala reservada onde todos fizeram o mesmo, uma vez que passaríamos duas noites naquele lugar.

As conversas rolaram a tarde inteira, fui oficialmente apresentado a Luciano. A sensação foi estranha, me senti inferior a ele. Uns 25 cm maior que eu e bem mais forte. Fiquei imaginando o que se passou na mente dele... deve ter olhado para mim e pensado: Eis o corno. Também fiquei curioso com que passou na mente de Gisele no nosso aperto de mão. De um lado o seu chefe comedor, seu macho, e de outro seu marido chifrudo...

No final da tarde, quando todos já estavam satisfeitos e meio altos com a bebida (menos eu e Gisele que não gostávamos de alcool), Luciano pediu silêncio a todos. Pensei que ia ser mais um daqueles discursos chatos de agradecimento de final de ano vistos por aí... E foi... mas ele reservou pro final a sua grande cartada.

Depois de elogiar todos os colaboradores presentes, começou a falar sobre a necessidade de alguém para auxilia-lo na liderança do setor, e sem demora, anunciou que minha esposa havia sido promovida a encarregada (uma sub-supervisora). Todos ficaram surpresos com a nomeação, porém não com quem foi nomeada.

Em seguida ele começou a rasgar ela de elogios na frente de todos. Senti que olhavam mais para mim do que para os dois, numa tentativa de conseguir perceber minha reação. Tentei ser o mais natural possível, parabenizando minha esposa que logo foi para o lado de Luciano e recebeu os aplausos de todos presentes.

Quando voltou para perto de mim, Gisele estava eufórica, encantada. Tinha sido elogiada e promovida na frente de todos. Passou a ficar mais perto de Luciano do que de mim desde então, recebendo os abraços dos presentes.

Vi ela falando rapidamente com Raquel, sua amiga. Surpreendemente veio para perto de mim e puxou assunto. Achei estranho que a amiga da minha esposa resolvesse conversar comigo de repente e logo fiquei envolvido na conversa dela.

Foi então que percebi que Gisele e Luciano haviam sumido da festa. Fingi normalidade perto de Raquel e disse que precisava ir ao banheiro. Prometi que logo voltaria pra continuar nosso papo e sai para procurar minha esposa.

Primeiro rodei a propriedade e nada encontrei. Pensei então que eles pudessem estar em algum dos quartos, que ficavam no andar de cima. Subi sem que ninguém percebesse, principalmente Raquel, que estava me vigiando.

Lá, vi que eram muitos quartos e banheiros. Fui sorrateiramente em cada um deles e nada de encontrar Luciano ou minha esposa. Até que no último, a porta estava entreaberta e com a luz acesa. Entrei e não havia ninguém, mas este quarto era uma das poucas suítes do local. Me aproximei devagar e ouvi gemidos. Eles não haviam fechado totalmente a porta do banheiro, então fui o mais silenciosamente possível e contemplei uma das cenas mais gostosas da minha vida.

Gisele estava sentada na pinha do banheiro, enorme e de azulejo branco. Luciano em pé na sua frente, entre suas pernas. Ambos estavam totalmente nus e trepando violentamente. Longe da barulheira que faziam no térreo, estavam transando a vontade, sem qualquer receio de serem pegos. Isso os impediu de perceber que eu estava os observando, escondido.

-- Vai, Lu, me fode... Castiga minha buceta, vai - Dizia minha esposa.

-----> Isso, vadia. Geme! Fala pra mim quem é seu macho!

-- É você...hummmm

-----> De quem é essa buceta gostosa?

-- É toda sua...ahhhh

Luciano castigava a buceta da minha esposa numa energia muito maior do que a vez que eu os assiste na nossa casa. Talvez o efeito do álcool estivesse melhorando ainda mais o desempenho dele, que já era fora do normal.

-- Vai, Lu... Me come... Me come...ahhhhh...

Eles pareciam estar transando a um tempo já. Percebi algumas marcas em minha esposa. As costas de Luciano tinham pequenos arranhões e ambos estavam bem suados> Vou gozar, vadia... Onde você quer que eu goze?

-- Goza na minha boca, ahhhhh... Goza que eu vou tomar tudinho, gostoso...

Não acreditei. Minha esposa que até pouco tempo tinha nojo de esperma, estava pedindo na boca e dizendo que iria engolir tudo. Com certeza ela estava disposta a satisfazer todos os desejos dele depois que foi colocada num pedestal na frente de todos. Luciano foi esperto, provavelmente a promoveu na frente de todos pois sabia que ela faria tudo o que ele quisesse após isso.

Gisele ajoelhou na frente dele e abriu a boca com a linguinha posicionada como se fosse puta de filme porno. Jamais pensei que veria minha esposa assim, sendo até pouco tempo atrás, totalmente recatada.

Ao invés de soltar os jatos na boca dela. Ele pegou na sua cabeça e enfiou o pau na boca dela e começou a bombar. Luciano ia gozar diretamente na garganta. Acelerou e logo estava gemendo, chamando minha esposa de puta e mandando ela tomar tudinho.

Enquanto ele não parou de ejacular, minha esposa não permitiu que seu pau saísse da boca dela. Engoliu tudo e não deixou sequer uma gota pra fora. Finalizou limpando a cabeça do pau dele com a ponta da língua.

Para não ser pego, sai antes que eles se arrumassem. Quando cheguei no corredor, vi que Paula estava parada na porta, me encarando com um olhar fulminante.

- Como eu imaginei. Não era possivel uma mulher casada dar pro chefe tantas vezes sem o marido saber. Assim fica fácil conseguir uma promoção.

É claro, Paula deveria ser uma das que estavam furiosas com a promoção de Gisele. Eu me senti totalmente gelado por ter sido pego por ela. Meu coração estava a mil.

- Como você consegue viver em paz sabendo que a sua mulher tá trepando com o chefe dela? Isso não te incomoda?

Eu estava mudo, não sabia o que dizer. Porém, logo uma das conversas que tive com Gisele veio na minha mente e tive a resposta certeira pra ela.

- Então Paula, eu acho que essa seria uma pergunta interessante pro seu marido responder. Sei que a Gisele não foi a única que deu pra ele.

Sim. Eu me lembrei que Gisele havia mencionado que Luciano já tinha comido a Paula e a Raquel. Ela pareceu ficar totalmente desconfortável com a minha fala. Tentou se recompor e disse:

- Fica tranquilo. Acho que todos temos algo a perder aqui. Vamos ver até onde sua esposa vai aguentar essa vida. Ser funcionaria é uma coisa, encarregada é outra e amante do chefe, outra.

Ela deu as costas e saiu. Eu fui logo atrás com medo que Gisele e Luciano percebessem que estávamos ali.

Quando eu e Paula voltamos ao térreo ninguém percebeu, a não ser Raquel, que parecia estar doida atrás de mim.

- Onde você foi?

- Os banheiros de baixo estavam todos ocupados, entao fui lá em cima.

- Ah sim. E tá tudo bem?

- Tudo certo.

Raquel parecia preocupada com o fato de que eu estava lá em cima, no mesmo piso em que sua amiga estava com Luciano. Fingi que nada vi e voltei pra festa, mantendo uma conversa amistosa com ela.

Diferente de mim e Paula, quando Gisele e Luciano desceram as escadas rumo à festa, muitos pareceram perceber. Um olhar dos mais atentos conseguiam ver alguma bagunça na roupa e no cabelo de minha esposa, ainda que ela tivesse tentado se recompor ao máximo. Vi que muitos ficaram me procurando com o olhar, e os que acharam, ficaram olhando deles para mim. Eu tentei fingir que estava entertido em meu papo com Raquel.

Depois de mais alguns abraços e elogios, Gisele voltou para perto de mim e me levou para um canto para falar comigo com mais privacidade. Ela me disse o que eu já sabia, que tinha dado uma rapidinha com o Luciano no andar de cima. Ele disse que precisava se aliviar agora, já que não conseguiria aguentar até a noite...

- Como assim até a noite? - indaguei ela.

-- É que ele quer passar a noite comigo, amor.

- Mas eu tô aqui. Todos estão aqui...

-- Verdade. Ele pensou que viria menos gente esse ano, mas se enganou. Todos os quartos estão lotados...

- Exato. Não tem como você passar a noite com ele.

-- Então... Nós bolamos um plano. Ele vai convidar a gente pra passar na suíte que sempre fica pra ele, a esposa e o filho deles. Como só ele veio, vai sobrar espaço para gente.

Mesmo com a explicação, eu não conseguia entender como os dois iriam ficar juntos, ainda faltava o fator eu, o marido, já que Luciano não sabia que o corno sabia de tudoNo quarto que ele fica nessas festas de final de ano, tem um comodo anexo, onde o filho adolescente dele fica. Então ele vai nos convidar pra ficarmos lá, dizendo que ficaremos mais a vontade num quarto só pra gente.

- Ok, entendi. Aí você vai sair de madrugada e se deitar com ele. Não vai ser fácil fingir que não sei de nada. Minha esposa some no meio da noite... vai ficar no quarto do lado transando com outro e gemendo... Ninguém é tão tonto assim...

-- Eu sei, amor. Deixa eu terminar de explicar... O Lu disse que ele tem um calmante muito bom, que o médico autorizou ele a usar uma vez por semana. Deixa ele bem relaxado. Ele disse que uma vez tomou dois de uma vez e apagou. Acordou só no outro dia depois de umas 16 horas.

- Não, não. Vocês estão loucos? Isso é um perigo... não vou tomar.

-- Quem disse que você vai tomar, amor? Ele só precisa pensar que você tomou...

Agora o plano fazia total sentido. Luciano iria pensar que eu estava apagado e assim eles iriam transar a vontade, sem receios de que eu acordaria.

- Tudo bem. Só não sei o porquê vocês precisam transar hoje de novo. Já não fizeram uma vez?

-- Aí amor... Hoje é um dia especial. O dia da minha promoção. Ele me fez tão feliz hoje que eu quero retribuir... Eu disse pra ele que o meu cuzinho vai ser todo dele hoje.

Finalmente a idéia começou a me interessar. O tesão que eu sempre sentia com o caso dos dois, apareceu. Enfim, minha esposa iria perder a virgindade do cu, e não seria comigo.

- Combinado.

A noite chegou e nós fomos para o quarto antes de todos. Tomamos banho juntos no banheiro que a pouco havia visto minha esposa e seu chefe trepando. Mais uma vez fiquei colocando os dedos no cu de Gisele para ajuda-la a aguentar a rola dele.

Voltamos e ficamos deitado no comodo anexo ao quarto de Luciano, o qual eu não havia notado quando entrei escondido para espia-los. Tinha uma cama de casal, contudo, não era tão grande quanto a de Luciano.

Por volta de 11 da noite, alguém bateu na nossa porta. Eu fingi estar num sono profundo e Gisele, toda nua, foi atender a porta. Como previamos, era seu chefe. Ela disse que eu estava dormindo sobre efeitos do remédio, mas ele não aparentava confiança de que eu não acordaria. Ambos se aproximaram de mim e minha esposa chamou por mim. Eu, de olhos fechados e boca aberta, cumpria bem o meu papel. Ainda assim, ele continuou preocupado.

Gisele ficou bem do meu lado e disse perto do meu ouvido: Amor, eu vou ali no quarto do Lu transar gostoso com ele,tá?

Meu pau subiu nesse momento e fiquei receoso que ele percebesse minha ereção. Todavia, com a fala de Gisele, ele se convenceu e a levou para o quarto dele. Minha esposa apagou a luz de nosso quarto e pediu para que ele manter-se a dele acesa.

Esperei um tempo antes de levantar. Passou-se uns 10 minutos e passei a ouvir gemidos. Levantei o mais silenciosamente possível e fui assistir de camarote a foda.

Ela estava sentada ao lado dele, chupando sua rola com delicadeza e passando a ponta da língua na cabeça de seu pau. Não era possível me ver com a escuridão que estava no meu quarto, mas eu via tudo, e também ouvia os ruídos da chupada. Luciano, que ainda estava de roupa, parecia ter melhorado muito seu estado etílico. Meus ouvidos ficaram atentos a cada som que vinha daquele boquete, e meus olhos procuravam qualquer detalhe do corpo nu de minha esposa, encurvado sobre seu chefe.

Na posição em que estavam, minha visão era a melhor possível, eu conseguia ver bem os dois se movimentando, e vi quando Gisele sentou na cama de frente pra ele e envolveu sua mãozinha no mastro e punhetou um pouco. Em seguida voltou a abocanhar o cacete dele e passou a lamber do saco até em cima. Ele estava bem atento pra ela e começou a falar:

----->”que boca gostosa, Vadia, chupa a pica do seu chefe, Vai”, e Gisele continuava mamando, e depois ela abocanhou com cuidado seu saco e pediu pra ele:

-- Me chupa também, quero sentir a sua língua.

Ele se curvou e deu um beijo na boca dela, segurou o quadril dela e puxou pra cima. Minha esposa deitou na cama e ele foi pro meio das pernas dela e começou a chupar. Ela segurava a cabeça dele com uma mão e rebolava na língua dele. Em um momento ela ficou com o rosto virado na minha direção, talvez querendo saber se eu estava assistindo, e a minha vontade era ir lá dar um beijo nela, mas fiquei imóvel, do jeito que ela tinha pedido. Logo depois, Luciano parou de chupar e a colocou em cima dele, ficaram na posição para que ela cavalgasse, mas primeiro ficaram se beijando, e com certeza o pau dele procurava a raxinha, então ela falou baixinho:

-- Já quer me comer, né safado?

-----> Calma, vou só passar ele nessa buceta gostosa - e abriu uma perna dela, dobrando o joelho, pra facilitar o contato do pau dele com a xana da minha esposa, e voltou a beijá-la.

Meu coração estava batendo tão forte que parecia que eu ouvia as batidas. Ele foi beijando Gisele e mexendo o quadril, e aos poucos o pau dele foi achando o caminho da raxinha dela, até que eu percebi que ele estava metendo, pois ela falou:

-- Mete essa rola gostosa, vai. Me come que eu sou toda sua hoje.

-----> Só um pouquinho, eu não vou colocar mais que isso”, e ficou metendo devagar e beijando Gisele sem enfiar tudo, e falou “que buceta apertadinha, que delícia, fala quem tá te comendo.

-- Você, seu safado. Você tá me comendo”> Fala que você não tá gostando que eu tiro, delícia.

-- Claro que tô, seu gostoso, mas você tá comendo uma mulher casada, com o marido dela dormindo no quarto ao lado> Eu mereço essa buceta. Vou comer muito ela ainda - e passaram a fuder. Então eu percebi que, aos poucos, ele foi enfiando mais, e ela falou cheia te tesão, já entregue:

-- Me fode. Vai, me fode... Soca essa rola na buceta da sua encarregada, vai...

> Então toma, vagabunda. Rebola no pau, safada.

O movimento da bunda de minha esposa indo pra frente e para trás e cada vez mais fundo estava me enchendo de tesão. Ela aumentou a velocidade e voltou a falar:

-- Nossa, Lu. Que rola gostosa> Essa buceta que é uma delícia, apertadinha, tá gostando da rola do seu chefe?

-- To adorando, seu gostoso, você tá gostando da buceta da sua funcionária, tá?”

------> Estou. Você é uma puta na medida certa, daqui a pouco vou encher essa buceta de porra”, falava isso enquanto o quadril dele se movimentava metendo a jeba na minha esposa.

-- Aí, Lu, continua metendo que eu vou gozar ... ahhhhhhh”

Luciano começou a meter mais rápido e com força, e Gisele segurou no peitoral dele e gozou violentamente. Ele não tirou o pau de dentro, e em meio minuto começou a se mexer dentro dela novamente. Ficaram um pouco nessa posição até que Gisele ficou de quatro e empinou seu bumbum. Luciano se despiu. Ele pegou uma pomada na cabeceira e ficou de joelhos na cama e ela olhou pra trás. Eu tremi de tesão nesta hora, pois ao ficar empinada pra ele, a visão de seu corpo ficou perfeita, e deu pra ver a pica imensa e dura do seu chefe, esperando para tirar a virgindade do cu de sua funcionária casada.

Primeiro, ele ficou passando a ponta da língua no reguinho dela, enquanto Gisele dava umas reboladas. Depois, ele passou creme por fora e por dentro com o dedo do meio. Pegou seu pau dele e foi encaixando no canal dela.

Com muita calma, Luciano ficou tentando por alguns minutos colocar a cabeça de seu pau. Ela ajudou sentando devagar, até que começou a rebolar com cuidado no pau dele. A expressão de incômodo começou a tomar conta do rosto dela

Finalmente, eu estava vendo minha esposa perder a virgindade de seu cu. E não era comigo, seu marido.

Eu estava quase gozando na cueca vendo o perfil da minha esposa rebolando sobre o quadril de seu chefe, que ficou segurando seu bumbum e chamando ela de gostosa enquanto ela gemia e mal concatenava frases pra falar. Quanto mais o pênis dele conseguia entrar, mais dor Gisele expressava.

Finalmente, depois de longos e demoraveis minutos, o encaixe aconteceu. Toda a rola de Luciano estava no cu de Gisele. Ela começou a mexer o quadril pra cima e pra baixo, enquanto o incômodo parecia ser quase insuportável para ela. Ele então deu um tapa em sua bunda. Vi que ela olhou na minha direção como se quisesse ajuda. Virou o rosto pra ele passou a gemer, muito mais por dor do que por prazer, porém falava pra ele não parar. Luciano tomava todo o cuidado para que seu pau não saísse muito a cada metida, para que assim não castigasse muito minha esposa.

O rosto de Luciano mostrava o total prazer, tanto por sentir seu pau num canal muito apertado e ainda virgem, quanto pela sua conquista. Gisele parecia sentir dores cada vez piores, mas resistia com valentia para satisfazer seu macho.

-- Vamos mudar de posição, Lu. Meus braços estão cansando.

Bem devagar, eles mudaram de modo a ambos ficarem deitados, metendo de ladinho. O corpo dela ficou todo exposto pra mim. O pau acabou saindo pela metade. Então, para que ele não aproveitasse a animação, Gisele colocou seu braço por trás e pegou na base de sua rola e passou a guiar aquela metade de volta pra dentro. Ainda que tivesse entrado com mais facilidade dessa vez, ela continuava totalmente desconfortável com a penetração. A dor parecia tomar conta de suas expressões e gemidos> Oh cuzinho gostoso. Apertado. Pelo jeito é virgem mesmo, não era mentira...

-- Vai Lu, me fode, vai... Me fode... Come meu cuzinho virgem.

Quem escutasse pensaria que ela estava gostando, mas parecia mais que ela não via a hora que ele gozasse> De quem é esse cuzinho, Vadia?

-- É seu. Ahhhhh... Só seu, gostoso...Aaaiiiii

Ele passou a aumentar a velocidade e a força das estocadas. Gisele foi ao quase desespero. Ela parecia estar muito próxima do limite do suportável> Quem está tirando a virgindade do seu cu, fala Vadia, fala...

-- É o meu chefe... ahhhhh... Meu chefe gostoso> O que ele tá fazendo com você?

-- Ele tá arregaçando meu cuzinho... Hummmmm

Luciano estava descontrolado agora, parecia ter abandonado qualquer cuidado. Gisele, por outro lado, fazia força para não gritar de dor> Oh cu gostoso. Toma VagabundaVai Lu, Me fode... Vai... ahhhhh... Arromba meu cu, vai... Acaba com ele... Acaba com ele...

Gisele estava toda desesperada pelo gozo de Luciano. Suas palavras eram totalmente para estimular o orgasmo de seu macho. Até onde ela aguentaria aquele castigo? Ela voltou a olhar na minha direção, como se pedisse para que eu fizesse algo> Vou gozar agora, sua putinha gostosa, vou inundar esse cuzinho.

-- Goza no meu rabo, vai. Ahhhhh... Fode ele...Vai... ahhhhhh

E de repente ele começou a arfar de tesão e foi metendo com mais vigor até gozar forte dentro do canal de minha esposa. Até o gozo pareceu ser uma eternidade para Gisele. Finalmente ele foi diminuindo o ritmo até parar de meter. Minha esposa deu seu ultimo suspiro de tortura com a saida da rola dele.

Luciano parecia ser o homem mais feliz do mundo. Minha esposa acabava de ser literalmente arrombada. O castigo havia acabado junto com sua virgindade.

Pouco depois, ela se levantou e foi ao banheiro, demorou um tempo lá e voltou, mancando um pouco.

Enquanto seu chefe foi jogar uma água no corpo, minha esposa ficou se olhando no espelho do quarto, tentando verificar o estrago feito em seu rabo. Pensando que ela voltaria para nosso comodo, ela esperou a volta dele e ambos deitaram na cama, ficando de conchinha.

-- Nossa, eu não gostei Lu. Só senti dor. Uma dor horrível.

-----> Desculpa, Gi. Todas reclamam mesmo quando fazem comigo na primeira vez, mas logo se acostumam.

-- Ok, Mas não vai se acostumar. Vou te dar bem de vez em quando. Não curti nada dar o rabo.

Voltei para minha cama totalmente extasiado. Deitei e peguei a calcinha que Gisele havia usado naquele dia. Me masturbei cheirando-a e lembrando de cada momento da trepada que acabara de ver. Gozei tão forte que senti contração até no saco.

Por volta de 7 da manhã, Gisele entrou em nosso quarto e deitou ao meu lado. Voltei a dormir e levantamos para o café apenas às 10h. O segundo dia não foi diferente. Festa, comida, bebida e mais sexo entre eles a noite. Apesar do trauma do dia anterior, minha esposa liberou o cuzinho para Luciano mais uma vez. Outra pequena seção de tortura no rabo dela.

Eles continuaram com o caso por um bom tempo. No motel, na nossa casa, na casa dele, etc. Quando a esposa de Luciano ia viajar, minha esposa dormia com ele, fingindo dizer pra mim que estava na casa de Raquel. Porém, eu sempre sabia toda a verdade. O sexo anal continuou bem esporadicamente entre eles. O cuzinho dela passou a ser só dele, já que eu não tinha interesse nenhum em comer o cu dela.

Entao pessoal, não houve novidades ou coisas diferentes para contar em relação a eles. Seria apenas repetições de coisas que já contei aqui.

Todavia a história continua. A partir da próxima vou começar a contar sobre uma verdadeira traição de minha esposa. Sim, Gisele acabou se envolvendo com outro homem, só que dessa vez foi escondido, com mentiras e descobertas. A única coisa que adianto aqui é que, com o tempo, Gisele foi se transformando cada vez mais numa puta... E eu... cada vez mais em um corno...

Continua...


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Comentários

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rgm
08/10/2020 22:27:45
Adorei seu conto gostaria muito de poder conversar com vc sobre esta sua vida de corno entre em contato comigo para podermos conversar sobre vc e a Gisele pois quero muitíssimo conversar com os dois estou de pau duro e excitado quase gozando quero muito comer vcs dois mesmo que seja virtual, você não vai ficar aguentando mais ver só a Gisele dando o cú e a buceta vc vai acabar querendo dar o cú e chupar um belo cacete o meu pau mede só 20ctm quero enfiar ele todinho dentro de vcs dois juntinhos aguardo resposta suas ancioso, por favor manda umas fotos da Gisele pelada para mim e umas fotos do seu cú também sei que vc esta afim de ser penetrado neste seu cú e na sua boca aguardo vc sua nota é 10 mais três estrelas aguardo resposta suas ancioso
08/10/2020 12:47:53
....véi, é óbvio que este conto ao meu ver é fictício.. Algum sujeito (a) que escreveu só pra chocar...pois analisando os acontecimentos verifica-se que ou o cara é um gay inrustido ou no mínimo odeia a mulher.....e segundo o autor estes episódios aconteceram no início da casamento...eu não tenho problemas com contos de fantasias e nem fictícios só acho foda tentarem passar um deste como verídico....te dou um 10 por ter à coragem de escrever , e um zero por tentar passar como verossímil...rs
08/10/2020 11:44:38
Conto maravilhoso.
08/10/2020 11:08:35
Bom dia!, adorei seu conto, pode entrar em contato comigo pelo meu email?
08/10/2020 11:07:57
08/10/2020 09:24:40
fico no aguardo da sequência.
08/10/2020 06:24:43
estou a pouco tempo neste site mais eu descobri uma coisa como tem comédiante aqui
08/10/2020 06:24:43
estou a pouco tempo neste site mais eu descobri uma coisa como tem comédiante aqui
08/10/2020 01:23:35
É cada doente que aparece por aqui, os "homens" se rebaixam a condição de vermes com uma submissão sem sentido, com certeza essa submissão se aplica em todos os setores, na vida pessoal, na vida profissional, no dia a dia, se esses tipos de pessoas existem o meu conselho é que procurem ajuda.
07/10/2020 23:48:27
Adorei
07/10/2020 23:45:13
Você não tem tesão em sua esposa se relacionar com outra pessoa. Você provavelmente é uma pessoa reprimida, que não vê valor em si mesmo. Por isso necessita que outro homem de prazer pra sua esposa, porque você se sente incapaz de realizar tal ato. O seu prazer é quase masoquista, você quer ser diminuído e humilhado. Se rendendo ao que te reprimi. Cuidado com esses sentimentos, ter prazer na dor emocional é perigoso.
07/10/2020 23:40:35
Frouxo verme filho da puta, marginal de uma mulher que só se realiza com outro, verme babaca, larga essa mulher, seu merda doente, tem que ser muito doente para sentir prazer na punheta vendo outro fuder aquela quem tu deveria cumprir o papel, seu frouxo
07/10/2020 23:40:34
Frouxo verme filho da puta, marginal de uma mulher que só se realiza com outro, verme babaca, larga essa mulher, seu merda doente, tem que ser muito doente para sentir prazer na punheta vendo outro fuder aquela quem tu deveria cumprir o papel, seu frouxo

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