Regina e a Irmandade - Em busca de Val - 2

Um conto erótico de Paulo_Claudia
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 25/06/2020 21:03:31
Nota 10.00

Val era uma fotógrafa e modelo, e confesso que eu tinha uma paixão por ela nessa época, antes de conhecer Regina. Uma paixão platônica, obviamente, porque ela morava em outro país e eu só a via pelas fotos. Por pura coincidência, se é que existe isso, acabamos nos encontrando.

“-Mas então ela deve estar bem diferente agora.”

“- A forma astral nem sempre aparece como estamos no momento. Já li a respeito de casos onde em uma projeção a forma é da encarnação anterior...”

De qualquer maneira, tínhamos que ir em busca da Val. Se ela estava abandonada, poderia morrer logo, sem água ou comida. Um grande problema é que não podíamos entrar em contato com Nguvu, e não sabíamos se teríamos nossa entrada aceita no mosteiro que era a sede da Irmandade de Hímeros.

Fomos para lá de qualquer jeito. A viagem demorou , porque no meio da semana o trânsito na rodovia era mais intenso. Chegamos lá e estacionamos o carro. Seguindo o costume do local, e para tentar entrar sem maiores problemas, Regina foi vestida ( ou desvestida) a caráter, ou seja, totalmente nua, com a coleira presa à corrente e a tornozeleira ( as novas, dadas por Bernard) , e eu com a túnica negra com capuz, segurando a corrente e conduzindo minha esposa.

No portal , dei o aperto de mão e a palavra-chave ao Guardião, que estranhou tanto a palavra como os adereços de Regina. Ele pediu que aguardássemos um pouco, e entrou. Fiquei receoso. Talvez tivéssemos sido banidos dali por algum associado de Meister, ou pelo próprio Nguvu.

Esperamos pelo que pareceu uma eternidado, mas na verdade foram cerca de vinte minutos.

Então, a porta novamente se abriu, e um monge idoso apareceu.

“- Lembro de vocês. Impossível esquecer uma mulher linda como você” Sorriu, olhando para Regina.

“- Tivemos que entrar em contato com a Irmandade na França, por isso demoramos. Mas Mestre Bernard determinou que, qualquer que seja o motivo pelo qual vocês estão aqui, devemos recebê-los e ajuda-los em tudo o que solicitarem.”

“- Podemos conversar em particular?”

Mestre Nicolas, o homem idoso, nos acompanhou pelo corredor até um dos quartos de estudo da Irmandade, talvez o mesmo onde estive antes, mas eu não lembrava direito.

“- Então, em que posso servi-los?”

“- Estamos procurando alguém, uma irmã, que pode estar perdida ou abandonada em uma das masmorras ou calabouços daqui”.

O rosto do homem fez uma expressão entre desgosto e pavor.

“- Não. Impossível!”

“- Nada é impossível por aqui “, repliquei. Ante o olhar incrédulo dele, tive que explicar tudo o que passamos ali mesmo, naquele Templo, incluindo as torturas supervisionadas por Meister.

Ele abaixou o olhar.

“- Realmente... aconteceram coisas inaceitáveis. Soube do caso envolvendo Meister”.

“- Então, creio que antes de Regina, esta outra irmã, a Sra. Rosselli, foi presa aqui”

“- Rosselli!” exclamou Mestre Nicolas. “- Lembro dela”

Claro... “impossível esquecer uma mulher linda como ela...”

“- Mas tenho a certeza que ela não pode estar aqui”

“- Como, tem a certeza?”

“- Ela mora na Europa... ela saiu daqui há alguns anos”

Então nossa ida até ali teria sido em vão? Mas alguma coisa ali não estava certa. Por que ela iria fazer uma projeção astral para cá, e não para outro lugar?

“- Se o Mestre não se importar, gostaríamos de ficar um pouco aqui, para meditar e refletir um pouco... só nos dois”.

Mestre Nicolas nos fitou de modo estranho, mas saiu e nos deixou a sós.

“- Acho que ele está mentindo ou escondendo alguma coisa” disse Regina.

“- Eu também. Vou tentar entrar em estado de meditação e ver se consigo alguma coisa.”

Sentei confortavelmente, e comecei a técnica para a projeção. Às vezes, era muito difícil, outras eu não conseguia nada. Não era algo matemático. Quando comecei a sentir o formigamento no corpo, ouvi como que uma voz dentro da minha cabeça dizendo “Cuidado!”. Interrompi o processo, corri e puxei Regina .

“- O que foi, amor? Que susto!”

Nesse exato momento, uma pedra se soltou do teto e caiu bem em cima de onde Regina estava antes. Mestre Nicolas entrou apressado.

“- O que aconteceu?”

“- Essa pedra se soltou, e quase acertou Regina”

“- Pode ser apenas um acidente. Como sabem, a construção é muito antiga...”

Pedi ao velho monge que nos acompanhasse, enquanto andávamos pelos corredores. Aquele aviso providencial era uma evidência de que Val estaria ali. Além do mais, com Mestre Nicolas junto, talvez não arriscassem algo contra nós.

Seguimos pelos corredores, em minha última projeção astral naquele local eu havia visto mais ou menos onde havíamos ficado no episódio com Meister. Quando fui virar naquela direção, Mestre Nicolas parou.

“- Não há nada por ali.”

“- Discordo, Mestre. Foi exatamente por ali que estivemos naquele episódio que lhe relatei.”

“- Vocês estão enganados.” Ele insistiu.

Segurei o braço de minha esposa e fomos naquela direção. O velho monge permaneceu imóvel, onde estava. Mais um pouco, e havia apenas uma parede de pedra à nossa frente.

“- Eu disse que estavam enganados” disse ele, com um sorriso no rosto. Não me abalei. Com a lanterna do celular, fui observando as pedras . Como no castelo em Londres, havia uma que estava com um leve desgaste em um dos cantos. Pressionei, e a parede deu lugar a uma porta oculta; não havíamos notado da outra vez, porque estava aberta. Agora, estava “providencialmente” fechada. Por que?

A expressão no rosto de Mestre Nicolas mudou. E tive a certeza que não estávamos mais tão seguros. Não tive outro jeito, a não ser pegar o velho pelo braço e arrastá-lo para junto de nós.

“- Mestre Nicolas, agora o senhor vai ter que ficar bem junto da gente, porque nós vamos continuar de qualquer maneira. Se cair uma pedra ou atirarem alguma coisa, você estará junto.

Agora ele parecia assustado. E eu não ousava parar e entrar em estado de meditação, ou o velho poderia fugir. Eu precisava fazer alguma coisa.

Andamos um pouco, e localizamos uma das masmorras. Na parede, havia várias cordas, correntes, algemas de couro. Não havia outra maneira: amarrei Nicolas sentado, pedi para Regina ficar cuidando, e sentei, procurando entrar em estado meditativo. Senti o formigamento no corpo, a breve paralisia e o ruído nos ouvidos.

De repente, eu estava ali, vendo Regina e o velho, mas também estava em uma masmorra diferente. Ali, estava Val, completamente nua, presa no que parecia uma grande teia de aranha feita de cordas. O que parecia pior, não havia portas à vista. Concentrei minha atenção na segunda cena. Val estava imóvel, mas sentiu minha presença e me olhou com aqueles belos olhos. Em seguida, olhou para a sua direita. Devia haver uma porta secreta ali. Mas o problema era: Onde ficava essa masmorra? Não havia janelas, nada que desse a localização daquele lugar. Então olhei para mim mesmo: havia aquela espécie de “fumaça trançada” que saía do meu corpo astral, certamente ligada ao meu corpo físico. Embora chamem de “cordão de prata”, para mim parecia aquilo, uma corda que parecia fumaça trançada. Fiz o que me pareceu lógico: seguir esse cordão até onde eu. Regina e o velho estavam. Antes, dei um beijo no rosto de Val, que estremeceu levemente ao sentir o meu contato.

Procurei seguir lentamente o cordão , a masmorra me pareceu estar em um andar abaixo, e alguns metros adiante de onde estávamos. Então, eu estava novamente em meu corpo físico.

“- Demorei muito?”

“- Amor, não faz nem um segundo que você sentou aí.”

“- Pois para mim pareceu um tempão.”

“- E agora, o que fazemos com ele?”

Pensei bem. Decidimos por deixar o velho ali, por enquanto. Peguei uma espada que estava na parede, depois tomei Regina pelo braço e fomos até a primeira escada que dava para baixo, Isto nos deixou um pouco distantes de onde eu tinha visto. Agora seria difícil achar exatamente a localização da masmorra onde Val deveria estar.

“- Mas , amor, você não viu onde era?”

“- Eu não esperava que a escada estivesse longe. Agora vamos ter que...”

A aparição de uma luz tênue, alguns metros à frente, me fez parar de falar. Poderia ser alguém chegando, ou Val tentando nos mostrar o caminho. Fomos naquela direção.

Consegui vislumbrar de leve o rosto dela. Tinha que ser ali!

Novamente, fui procurando entre as pedras até localizar a porta secreta. Afinal, achamos, e eu e Regina empurramos juntos, parecia que não era aberta há algum tempo.

Entramos, e a cena era aquela que eu já havia visto: Val, presa em uma grande teia de cordas. Peguei a espada, e fui cortando as cordas, uma a uma, para que ela não caísse e se machucasse. Ela estava toda suja, creio que havia mesmo sido abandonada, sabe-se lá por quanto tempo.

Segurei-a no colo com a ajuda de minha esposa , e a levamos para fora da masmorra. O curioso é que, até agora , não havia ninguém naqueles lados do mosteiro. Então, vi dois olhos que pareciam tochas de fogo se aproximando. Era um lobo. O próprio Lobo Negro. Sem coleira, sem correntes, talvez estivesse solto por ali desde o episódio com Meister. Ele se aproximou, rosnando. No entanto, quando viu Regina, parou. Ele chegou perto dela, deu uma cheirada, e se sentou. Talvez alguma coisa minha tenha permanecido nele, assim como de vez em quando eu me via correndo pelo mato.

Seguimos , nós quatro ( Eu, Regina, Val e o Lobo) pelos corredores, até chegarmos à praça onde havia aquele obelisco ( conforme descrito no episódio XIV da “Sociedade Secreta do Sexo”). Lá, encontramos um membro mais jovem, eu me identifiquei, e dai liguei para Bernard, que me havia passado seu telefone pessoal. Disse a ele o que havia contecido com Val.

“- Achamos que Val fosse uma das vítimas de Roberto, embora não houvesse foto dela. Ela estava desaparecida há mais de um ano! E como a encontraram?”

Contei tudo o que aconteceu, desde o primeiro encontro com ela.

“- A Sra. Rosselli é uma Sacerdotisa com habilidades únicas. Deve ter sido capturada por Meister para seus propósitos pessoais.”

“- Mas estamos com um grande problema. Mestre Nicolas é um dos comparsas de Meister. Tivemos que prendê-lo em uma das masmorras. E a qualquer momento pode vir mais alguém. Você conhece alguém de total confiança por aqui?”

“- I...saaa..” Val tentava falar.

“-Quem, Val? Conhece alguém?”

“- I...saac. Isaac... ele... trazia...água...”

“_ Ele ajudava você lá na masmorra?”

“- Hmmm... “ fez um sinal com a cabeça.

Bernard também conhecia Isaac. Talvez ele fosse de confiança. De qualquer forma, devíamos arriscar.

Pedimos ao Guardião do portal para localizar Isaac. Ele não se surpreendeu ao ver Val naquele estado, afinal muitas coisas aconteciam ali. Muitas coisas aconteceram, principalmente com Regina. Então não era de se surpreender. Mas ficou um pouco temeroso ao ver o Lobo Negro, calmo, ao nosso lado.

Quando Isaac chegou, sua expressão foi de total comoção.

“- Val! Você está solta!” Lágrimas correram dos olhos dele. Ficamos sabendo que ele, contrariando as ordens de Meister e depois de Nicolas, dava a ela água e comida escondido, mas que havia sido descoberto há alguns dias, e proibido de voltar lá sob pena de tortura, antão estava desesperado.

“- Isaac, precisamos que você nos ajude a sair daqui em segurança. Deixamos Nicolas na primeira masmorra daquele corredor. Mas pode ser que haja outros. “

“- Podem ir. Sei quem são os discípulos de Meister, vou levá-los até a masmorra onde está Mestre Nicolas, isso deve atrasá-los o suficiente para que saiam sem problemas.”

Deixamos o Lobo Negro com Isaac, ele pareceu entender que deveria ficar ali e ajudá-lo.

Também mandei mensagens a Bernard, para que intercedesse e evitasse uma posterior confusão. Precisaríamos mandar Val de volta ao seu país o mais rápido possível.

Saímos dali o mais rápido possível, levando em consideração o estado de Val, e Regina foi no banco de trás com ela.

No meio da estrada, Regina exclamou:

“- Amor! Não é possível!”

“- Não é possível o que?” Achei que estivesse acontecendo algo de grave.

“- O rosto dela!”

“- O que houve com o rosto dela?”

“- Eu estava limpando, ela estava toda suja, e...”

“- E o que, Regina?”

“- Ela está igual àquelas fotos! Ela parece não ter envelhecido um dia sequer em vinte anos!”

Talvez fosse esse o motivo pelo qual Meister a havia mantido presa. Para tentar achar o segredo da juventude dela. O curioso é que minha esposa também tinha algo assim. Ela não parecia ter envelhecido nem um ano desde que nos conhecemos. Enquanto, nesses anos todos, eu fiquei com cabelos brancos, ela continuava igual. Eu sempre dizia que Regina tinha uma “boa genética”, mas talvez fosse algo diferente. Como Val.

“- Querida, você também está igual a quando nos conhecemos”

“- Que nada ! Você só diz isso porque ela está linda como naquelas fotos antigas!”

Bom, na pressa, tanto Regina como Val ficaram peladas no banco de trás do carro. Embora o isofilme nas janelas não deixasse ver direito, se parássemos em alguma “Blitz” a situação seria complicada.

Para entrar em casa, não foi difícil, pois a garagem é fechada.

Levamos Val para a nossa suíte, e ajudei Regina a dar um banho nela.

“- Vê se não olha tanto.”, dizia minha esposa. Mas era impossível.

Depois do banho, colocamos Val cuidadosamente em nossa cama, aliás onde ela estivera antes, em forma astral. Fui à cozinha para tentar fazer alguma coisa, e Regina me acompanhou.

“- Que caso estranho, não é mesmo? Ela veio aparecer justamente aqui... e agora está aqui de verdade.”

“- Aquilo que ela disse antes, - Nessa outra vida, que pode ter acontecido apenas em um sonho, em alguma noite estrelada de primavera, éramos nós três....”

“- Estamos na primavera, e estamos nós três aqui...e agora?” disse minha esposa.

“- Se a noite for estrelada...”

E foi. Uma bela noite estrelada de primavera. Uma das melhores de nossas vidas.

FIM...?


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Comentários

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29/06/2020 15:07:41
Que conto conto maravilhoso de se ler. Como o amigo disse, que dá trabalho, mas é fantástico. Continue escrevendo. Parabéns.
26/06/2020 06:47:01
Maravilhoso amigo. Não demora a postar . Sei que da muito trabalho. Mais sua história é fantástica. Merecia um livro.
26/06/2020 00:19:14
Amei continua assim obrigado

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