Me convertendo em uma safada inveterada (Parte Final)

Um conto erótico de Kika123
Categoria: Grupal
Data: 01/03/2020 15:48:23
Última revisão: 18/03/2020 13:59:34
Nota 10.00

- Vire-se de costas! - Mandei enquanto me ajoelhava ao lado dele.

- No que você está pensando? - Me olhou com uma cara desconfiada. - Acho que ele estava com um pouco de medo de mim... rsrsrs

- Só em te animar de novo. Relaxe! - Disse para acalmá-lo. Então ele obedeceu.

Engatinhei até os pés dele e comecei a apertá-los, um de cada vez, esfregando-os com meus polegares com força, em movimentos cadenciados do centro até os dedos e do centro até o calcanhar. Depois apoiei o calcanhar em uma mão e girei a ponta do pé, em torno do calcanhar sentido horário e anti horário. Apertei os dedos dele, fechando-os e abrindo. O objetivo era relaxar (para depois tensionar rsrsrs).

Depositei o pé na cama delicadamente e comecei a massagear suas panturrilhas, ora com movimentos circulares firmes, ora com deslizadas longas, subindo para as coxas em seguida. Infelizmente não tinha óleo de massagem disponível. Ainda assim dava pra fazer uma boa massagem. Havia apenas dois saquinhos de lubrificante, mas eu me apossaria dele para mim rsrsrsr. Ao atingir as nádegas, não resisti a dar uma apertadinha e deslizar os dedos suavemente pelo seu reguinho peludinho. O bichinho ofegou! rsrsrs. - Será que ele estava com medo (ou na expectativa) de que eu o penetrasse? - No entanto, não me detive ali. Só dei uma risadinha safada e continuei deslizando a mão subindo direto para o pescoço. Lá, apertei e massageei do pescoço aos ombros.

Desci pelos braços mais rapidamente até os dedos das mão, onde repeti o que havia feito nos pés, e voltei para os ombros de onde parti para as costas. Esfregando e apertando, descendo novamente em direção à bundinha deliciosa dele. Comecei a esfregar meus polegares nas duas nádegas simultaneamente, do lado de dentro para fora e de baixo para cima. - Delícia!- Aquela bundinha peludinha estava me deixando louca! Então comecei a esfregar levemente meu polegar naquele cuzinho e na pele entre o cuzinho e o saco. Percebi que aquele pele lisinha era um ponto bem sensível dele e me concentrei ali. Enquanto esfregava, fui até seu ouvido e perguntei baixinho

- Pronto pra comer meu cuzinho? - Deslizei o dedo médio até o cuzinho dele e comecei a acariciá-lo num movimento circular e apertá-lo, forçando levemente para que a pontinha do dedo entrasse, girando e apertando...

- Faz tempo! - Ele disse e se virou rapidamente mostrando o quanto o pau estava duro. Levantou-se e saiu da cama, me chamando com os dedos. Eu fui correndo. Claro! Engatinhei rapidamente para a beirada e me posicionei de quatro com as pernas bem abertas para ele se encaixar.

- Epa! Pegue o lubrificante no painel! - Apontei as embalagens antes que ele me enrabasse a seco. Ele obedeceu. Passou o lubrificante no meu cuzinho e enfiou o dedo devagarzinho para lubrificar um pouquinho por dentro num movimento de vai e vem que estava bem gostoso. Acho que passou no pau também. Nem vi! Eu só estava sentindo aquele dedo guloso no meu cu.

O dedo saiu e o pau entrou com tudo. Ehh amigo leitor, vi estrelas!!! Ele não deu tempo para o meu cuzinho se acostumar com o tamanho dele lá dentro não. Cara! Dói pra cacete! Gritei

-Ai! Porra! Tira! Tira! Tira! Caralho! Tá doendo, cacete!

Você pensa que ele tirou? Tirou nada! Agarrou firme minha anca para eu não sair - porque é lógico que eu tentei literalmente fugir do pau rsrsrs - e continuou metendo com força. Enquanto eu gritava de dor, ele urrava de prazer. - Puta que pariu! Pois é! É um risco que se corre, né colega?

- Ahhh... Aguenta que você acostuma cadela! - Ele falou rosnando. - Que cuzinho apertado! Caralho! Humm... Toma!Vou te arrombar todinha minha puta gostosa! Humm... Toma pica vagabunda!

Depois de um tempinho a dor foi passando, meu corpo foi acostumando e a foda ficou maravilhosa! Melhor ainda com o monte de sacanagem que ele ia me dizendo. Enquanto ele socava meu cuzinho, me pediu as mão para novamente. - Acho que ele gostou do apoio. rsrsrs - Daí por diante, meu amigo... só dava eu gritando alto e ele urrando entre um xingamento e outro. Cada estocada um grito. - Desculpem-me, mas não sei trepar calada! Por isso que trepo com meu marido durante o dia, quando as minhas crianças estão fora. rsrsrs Um dia conto porque o vizinho teve que mudar o viveiro de papagaio dele de lugar rsrsrs - Bom demais! Minha buceta apertava pulsando e escorria e a sensação de prazer crescia irradiando do cu para as extremidades do corpo. Meu Deus!!! Meu cu se tornou um centro de prazer e aquela onda crescia, prestes a arrebentar...

- Mete! Mete com força tesudo! Vou gozar! Vou gozar! Delícia! Vem comigo! Vem... Ahhh

-Toma porra cacete! Uhhh! - Ele disse urrando.

Enquanto meu cuzinho pulsava, eu sentia o pau dele latejar lá dentro. O orgasmo foi incrível! - Se a prostituta ia conseguir levantá-lo novamente, era problema dela! rsrsrsr. Fui egoísta, né?

Quando ouviram nossos gritos os dois que estavam no banheiro voltaram. Eles estavam se secando. Eu sabia que a prostituta tinha feito um bom trabalho no casado. Tinha ouvido seus gemidos... Então precisava deixá-lo bem excitado, antes de partir para cima dele. Eu tinha que calcular friamente como agir rsrsrs. - Adivinhe qual foi minha tática querido leitor? - Parti para cima da prostituta ao invés de ir para cima dele. O solteiro estava destruído na cama. Levantei, puxei a puta pela mão e a acomodei deitada ao lado dele, que ficou olhando curioso. O casado ficou em pé só olhando. Calado. Parecendo um voyeur...

Você já sabe, amigo leitor, que eu nunca estive com uma mulher antes! Nem um beijinho sequer, eu já troquei. No entanto, eu sou uma! Sei muito bem o que me agrada e quais são os meus pontos sensíveis. Você deve estar pensando: - mas nem todas as pessoas são iguais... - E tem toda razão! Mas, você há de concordar comigo que já é um bom começo se pensarmos que a anatomia é a mesma hehehe. Bem, eu pensei assim!

Adoro que me ataquem o pescoço, com beijos, mordidas... comecei dali. O casado parecia não acreditar no que estava vendo! rsrsrs Até encostou o ombro na porta do banheiro para se apoiar. Ele na verdade era o meu foco, por isso eu prestava atenção em suas reações rsrsrs. Comecei a passar meu nariz pelo pescoço dela,deixando-a sentir minha respiração. O cheiro dela era doce. Detesto perfume doce! Sinceramente eu gosto mesmo é de cheiro almiscarado, cheiro de macho. No entanto, eu estaca disposta a dar prazer... A puta começou a ofegar. Parecia estar gostando muito. - Desconfio que o casado tenha sido meio egoísta com ela! - Então dei beijinhos leves e mordidinhas, com pequenas sugadas em seu pescoço. Pensei: ela deve estar acostumada com brutalidade. Vou no caminho inverso! Pelos gemidos e pelo jeito que sua pele arrepiava, deixando os mamilos eriçados, eu estava indo bem rsrsrs. Toda vez que ela tentava alguma coisa eu só chiava para ela se aquietar.

Desci passando pelo colo com bitoquinhas, não podia demorar muito rsrsrs, e cheguei aos seios. Comecei a lamber uma aureola devagarzinho, soprando levemente para ela sentir a saliva gelando, enquanto passava o polegar em movimentos circulares pelo outro mamilo e apertava levemente. A bichinha só gemia! Completamente entregue. E eu dava pequenas risadinhas de prazer ao vê-la feliz. É muito bom proporcionar felicidade para alguém, né? Então mordiscava de leve, com carinho e chupava suavemente, acariciando o bico com minha língua. Depois passei minha atenção para o outro seio e repeti o tratamento. Ela levou a mão na minha bucetinha, que estava encharcada e começou a massagear meu clitóris levemente, retribuindo o carinho. Achei aquilo tão fofo que deixei! Confesso que fiquei um pouco preocupada com aquela conexão rsrsrs.

Continuei descendo para seu centro de gravidade (ventre rsrsrs) com bitoquinhas e lambidinhas, rumo ao seu centro de prazer. Dobrei suas pernas e as abri para mim. A prostituta estava muito molhada, então lambi aquele líquido transparente que ela expelia, passando a língua suavemente pelas suas dobras avermelhadas e entrando com minha língua um pouquinho em sua vagina. E ela só gemia! Depois voltei para lamber seu clitóris, abrindo os grandes lábios com os dedos. Como vi que ela estava muito concentrada no que eu fazia, pois ela tinha parado de mexer os dedos em meu centro de prazer rsrsrs, enfiei dois dedos na buceta dela e comecei um movimento de vai e vem, com os dedos um pouco encurvados para tocar na pele mais rugosa, e continuei lambendo seu montículo, que estava bem durinho, mostrando toda a sua excitação.

Lambi e chupei levemente, intensificando aos poucos meus movimentos, até ouvi-la gemer mais alto e se contorcer na minha boca. Confesso que naquele momento senti um orgulho danado de mim rsrsrs. - Quantos homens não conseguem fazer uma mulher gozar em sua língua? Muitas vezes eu mesma não gozo na língua do meu marido. - Quando reparei que ela estava soltando mais líquidos, lambi para limpá-la, o que causou mais uma sequência de gemidos por parte dela e uma certa sensação de dever cumprido da minha parte.

Terminado meu dever para com a prostituta, olhei na direção do casado, que se encontrava ainda de pé, mas se masturbava furiosamente me olhando por a puta para gozar. então o chamei com os dedos, para que se juntasse a nós na cama. A puta me olhou meio que sem entender porque eu não queria a retribuição dela

- Cuide dele! - Eu ordenei e apontei para o solteiro, que estava deitado ao nosso lado, se masturbando, também vidrado com o que acabara de presenciar. Ela entendeu e se levantou para atendê-lo. Acho que vi uma certa decepção nos olhos dela.

- Deite-se! - Mandei e o casado acatou.

Como ele tinha ficado muito excitado com minha performance com a puta, repeti meus movimentos com ele. Sensibilizei seu corpo partindo do pescoço. Procurando pelo pontos mais sensíveis e que o fizessem se arrepiar e explorei bastante este pontos. Desci para os mamilos e fiquei por ali um tempo. Depois desci mais um pouco para sua pélvis. Eu chegava beijando e lambendo pertinho de seu mastro, rijo e delicioso, mas não o tocava. Mudava de direção no último momento, criando certa expectativa nele. Beijei toda a região no entorno de sua pica, até que dei uma lambida no pré gozo que ele expelia. Ele urrou quando eu finalmente passei minha língua na cabeça enorme daquele caralho. Eu ri. Tinha atingido meu objetivo: enlouquecê-lo de tesão!

Eu lambia aquela pica pensando e postergando o momento de enfiá-la em minha boca. - Eu sou pequena, gente! Minha boca é pequena! Só meus dentes e o ego são grandes rsrsrs. - Sentia um medo de não caber e eu passar vergonha. - Se tem uma coisa que eu detesto é incompetência, além de perfume doce rsrsrs. - Então comecei a testar o tamanho devagarzinho. Não sou boba nem nada. Se eu percebesse que não conseguiria, eu nem tentaria. Partiria para alguma outra coisa. Lambi e coloquei minha boca envolvendo a pontinha. Suguei e coloquei um pouquinho mais na boca. O casado gemeu com a cabeça de sua pica na minha boca. Aproveitei para chupar e mordiscar um pouco, arrancando mais alguns gemidos. Toda vez que eu chupava, sentia seu sangue correr ao longo da ica grossa e o pau pulsar. - Humm...Delícia! - Ele parecia tão feliz! Chegava a ser engraçado ele de olhos fechados, só se permitindo sentir. Talvez ele estivesse imaginando sua esposa pagando aquele boquete para ele. Duvido que ela faça algo assim.

Pelas atitudes do casado, ele parece aquele cara conformado com o arroz com feijão que recebe. Confesso que senti um pouquinho de inveja. Se eu me conformasse também eu não estaria aqui traindo meu marido. Se bem que ele também estava aqui traindo a esposa dele... Se ele não quisesse estar aqui, não estaria. Então, talvez ele não estivesse tão conformado assim. Bem, deixemos esta análise para uma conversa de bêbados! Avancei mais com minha boca naquele caralho e não consegui fazê-lo chegar na garganta. A pica parava na minha goela. Aceitei aquele limite! Apesar de não ir até o final, o casado parecia muito satisfeito que eu fosse "apenas" até ali. Aumentei a velocidade das estocadas, vendo-o urrar de prazer. Até que ele começou a falar entre os gemidos

- Isto mulher! - Gemia - Chupa minha pica gostoso! - Gemia - Mete a boca na minha pica! Gostosa do caralho! Que boca de veludo é essa, mulher? Quer porra nesta boquinha, eh? - Ele falava e metia sua pica na minha boca. Nesta hora, ele já tinha agarrado meus cabelos e controlava o ritmo das estocadas.

Ali eu aplaquei meu senso de competitividade. Eu não tinha ouvido uma palavra dele para a puta, ele apenas gemia. Para mim ele estava entregue ao ato. Participativo! Aquilo inflou meu ego. Claro! Por mim ele gozava na minha boca naquela hora, mas eu ainda o queria em mim e pensava seriamente em um dupla penetração com aqueles dois. Só que eu não sabia o quanto ele tinha gozado com a puta e se conseguiria se erguer novamente caso gozasse. Então fui o acalmando, deixando claro que não era para gozar. Fui o segurando, até que ele parou de estocar e tirou a tora da minha boca.

- Quero você na minha buceta e no meu cuzinho ainda! - Disse olhando nos olhos dele e vi seu sorriso se alargar ao perceber que eu queria muito mais dele.

- Então deite-se aqui que vou te fazer gozar como uma cadela no cio! - Disse me deitando e me posicionando de barriga para cima, com as pernas arqueadas. Ele veio se encaixando... - Pensa numa sensação boa de ser preenchida! Que pica deliciosa! - Ao me preencher completamente, ele arqueou as penas. Minha visão pelo espelho do teto era linda! As pernas dele se abriam em baixo das minhas num ângulo de cento e oitenta graus, dando a ele impulso para socar com força em minha bucetinha chorosa. Não precisei pedir. Ele metia com força e dizia pornografias em meu ouvido. - Eh meu amigo leitor, aquele casado, que parecia tão sem graça, me levou à loucura com sua pica grossa e sua boca suja.

Depois que eu gozei em sua rola, o casado saiu de dentro e começou a me posicionar de quatro. O que os outros dois estavam fazendo não me interessava e eu nem olhei para o lado deles. Tinha acabado de gozar deliciosamente e minha preocupação era outra naquele momento enquanto eu levantei e peguei o outro pacotinho de lubrificante... rsrsrs

O casado tinha uma pica muito grossa. Eu nunca tinha visto uma pica tão grossa como aquela. - Venhamos e convenhamos que minha experiência era completamente limitada, né meus queridos leitores? Afinal, eu só conhecia, até então, a rola do meu marido, que não deixa nada a desejar, mas que também não é nenhuma super rola. - Fiquei meio preocupada com aquela grossura. Caralho! Era muito grossa! - Como é que eu faria para deixar aquela rola entrar no meu cuzinho apertadinho? - O nosso tempo já estava acabando e eu ainda queria os dois. eu não tinha muito tempo para ficar ponderando nada. Passei lubrificante naquela tora inteira. - Rezando - Apelei pra sorte! Seja o que Deus quiser! Entreguei o pacotinho para que o casado passasse em mim. Pedi para que lubrificasse bem, por dentro e por fora. Fechei os olhos e fiquei de quatro para ele.

Vocês sabem que eu já tinha visto estrelas naquela noite, né? - Então... Constelação era como eu podia definir o que estava vendo no momento que o casado segurou firme minha anca e entrou. Ele não entrou abruptamente. Não! Ele entrou devagar, mas o pau dele entrou rasgando meu cu. Pelo menos essa era a sensação que eu tinha, de tanto que ardia. Meu cuzinho, coitadinho, ardia. E uma coisa que eu acho que a maioria do homens não sabe é que a dor no cu, mesmo quando você tire o pau de dentro, não passa. Ela precisa de um tempo para passar. Meus olhos encheram d'água novamente. No entanto, eu sabia que ia passar e eu iria gozar demais naquela pica. Me agarrei neste pensamento para suportar os momentos de tortura com aquela tora no cu até que ele se acostumasse.

Quando me acostumei, ou seja, quando meu cuzinho se adaptou ao tamanho daquela rola, ele começou um vai e vem delicioso.

- Era isto o que queria, era vadia? Era minha pica grossa que você queria?

- Era safado! Mete esta super pica no meu cuzinho. - Eu adoro falar pornografias enquanto transo. Me excita demais. Minha buceta pingava alegremente e pulsava de tesão. - - Hummm. Que delícia de pica!

- Tá gostando do meu super pau arrombando teu cuzinho, piranha?

- Demais! Senta a pica no meu cuzinho que ele gosta.

Ele aumentou a velocidade das estocadas e eu sentia que ele me partiria em duas.

- Que cuzinho apertadinho da porra! Que delícia de cuzinho, mulher!

Quando eu percebi que ele se aproximava do gozo, eu comecei a pará-lo. Ele entendeu que eu queria mais alguma coisa e foi diminuindo a velocidade.

- Não posso gozar no cuzinho não?

- Não, cachorrão! Ainda quero uma dupla com você e o solteiro.

Cara! Eu achava que não tinha como o sorriso dele se alargar, mas estava enganada. Sabe quando um menino desembrulha um presente e vê que ganhou o que queria? Esta era a cara dele! Ao ouvir isto o casal ao lado parou.

- Epa! - Disse o solteiro. - Ouvi direito? - Percebi que ele estava engatado no rabo da puta.

- Eu gostaria de tentar! Vocês topam? - Perguntei já sabendo a resposta pela cara de felicidade dos dois. O solteiro se soltou da puta e trocou a camisinha vindo para perto de mim.

-Tem preferência de posição, gostosa? - O solteiro perguntou já ao meu lado.

- Casado na buceta e você no cuzinho. - Disse logo. Eu não aguentaria o contrário.

- Ok. Casado fica deitado aqui então. Pernas para fora da cama. - O solteiro nos orientou para as posições. - Você se senta nele e arrebida o bumbum para mim.

Assim fiz. Sentei no casado, sentindo sua rola deliciosa me preencher a bucetinha novamente e ele entrou no meu cuzinho devagarzinho, até porque eu já estava preenchida pelo casado. Quando ele conseguiu entrar, os três gememos. A puta sentou na cabeceira da cama e ficou olhando, entendendo que não participaria do momento. Talvez numa próxima. rsrsrs. Eles começaram a se mover em mim, inicialmente descompassados até encontrar um ritmo. Eu estava completamente empalada e extasiada! Eles entraram num movimento periódico que chamamos em Física de oposição de fase rsrsrs. Enquanto um entrava, o outro saía. Isto porque ficaria mais difícil para mim suportar os dois entrando simultaneamente. Amei! Gozamos feito loucos, falando muita putaria e metendo gostoso demais! Minha primeira DP foi com pessoas que me respeitaram, aceitaram meus limites e me deram muito prazer! Fantástico!

Depois disto, tomamos banho nos esfregando uns aos outros. - Detalhe: os homens não se esfregaram. Engraçado porque a putinha parecia bem feliz em me esfregar rsrsrs. - E voltamos ao hotel, onde nos despedimos e fomos cada um para seu próprio quarto. Está pensando que a aventura acabou, querido leitor? Ainda não rsrsrs. O destino sempre reserva susprezas...

No dia seguinte, estou eu entrando no elevador para descer para tomar o café da manhã, que ficava no térreo, quando um senhor junto comigo. Ok! Então percebo que ele está me encarando. Observando curiosamente meu rosto. Desceu o olhar para meu crachá e voltou a olhar meu rosto. Percebi também que ele usava um crachá de empresa.

- Bom dia! - Me cumprimentou

- Bom dia! - Respondi. Já estava intrigada pensando: o que este sujeito está querendo comigo a esta hora da manhã? Ser educado apenas é que não é! Minha cabeça dava voltas.

- Ana?

- Este é o meu nome! - Respondi simplesmente, até que a ficha caiu: FUDEU!...FUDEU!FUDEU!FUDEU! O cara me reconheceu lá das casa das tias! Claro que todos os homens daquele lugar me reconheceriam! Eu não reconheceria ninguém, mas todos me reconheceriam. Eu era um estranho no ninho. Estava eu toda de social num puteiro, gente! Naquele momento estava eu num vestido social, toda discretinha, porém quase sem maquiagem. E agora? O que eu podia fazer? O negócio era fingir demência!

- Não sabia que o hotel estava aberto para outras empresas. Pensei que só estivessem as pessoas do evento que participo hospedadas aqui. - Disse simplesmente. Eu realmente não sabia e fiquei preocupada pois eu era responsável por outras pessoas ali.

- Sim. O hotel não foi fechado para seu evento. - Ele respondeu e quando abria a boca para dizer algo mais o elevador chegou ao térreo e eu saí quase correndo desejando bom dia e me direcionando ao restaurante enquanto o sujeito saía em direção à recepção. Chegando ao restaurante, encontrei meus dois colegas de aventuras, que agiram normalmente. Afinal, não tinha acontecido nada demais! Contei o ocorrido e quase tivemos uma síncope de tanto rir. Ainda bem que não vi mais o sujeito! No entanto,eu e meus amigos ainda tivemos uma última aventura antes de voltarmos cada um à sua realidade antes do final do evento.

Mas isto, meus querido leitores, é assunto para um outro conto rsrsrs

Beijos e até breve!

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Comentários

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15/03/2020 15:19:43
Kika vc é maravilhosa, é mas q demais o seu conto, adorei, muito exitante, eu fiquei muito exitada lendo, até a próxima, bjs.
06/03/2020 00:51:07
Kika fica meu gmail lá do scaip
03/03/2020 15:16:56
Quero uma esposinha aventureira pra mim!
03/03/2020 12:55:36
Tu és mestre no sexo, na putaria, sabe como ninguém dar prazer aliando o físico ao psicológico. Tuas provocações antes de engolir com a boca o pau do casado deixa qualquer rola uma pedra. Já passei por isso. É ao mesmo tempo torturante e mega prazeiroso.
02/03/2020 09:26:24
Encerramento com chave de ouro! Uma situação autêntica e inusitada demais! Isso que abrilhanta um relato: situações inéditas e contadas com muito esmero. Parabéns. Uma salva de palmas!
02/03/2020 01:21:35
Show
01/03/2020 22:23:05
Que gostoso
01/03/2020 20:49:00
Muito bom Kika! Uma aventura em grande estilo e cheia de detalhes. Você se saiu uma putinha bem safada pra quem nunca tinha pulado o muro. Sorte dos dois nerds que estavam por perto. Continue contando!
01/03/2020 19:47:01
Parabéns Kika
01/03/2020 18:21:40
Muito bom, no aguardo de novas aventuras.
01/03/2020 17:47:00
Excelente maravilhoso nota 💯 teremos a continuação?
01/03/2020 16:34:50
Tesão danado. Adoraria transar contigo, junto com meu marido.

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