Meu Amigo do Futebol (Ampliado) - T01E04 - Sozinho nunca!

Já conhecem o blog Erotikontos?

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— Sozinho? — perguntou-me Gustavo pelo celular. Era véspera do ano novo — Sozinho nunca! Você vai passar o ano novo com seu brother aqui.

— Nem quero segurar vela de você com a Jéssica.

— Jéssica? A gente não namorava sério e nem estamos nos vendo mais. Vem pra cá Vitor vamos fazer A festa aqui.

— Ah não sei cara, to boladão aqui sem a Fernanda. Nem sei se tenho clima.

— Ah para, Vitor! A Fernanda tá em Floripa se divertindo e você vai ficar me casa na maior solidão podendo passar o ano novo aqui em casa. Vai dispensar um convite desse do seu melhor amigo? Vou fazer o maior churrascão na piscina e vou chamar a galera do futebol. Se você não vier eu vou aí te buscar.

— Tá bom cara. Vou ver aqui. Qualquer coisa eu dou um pulo aí.

— Tá bem, Vitor — disse ele desligando.

Fiquei feliz por Gustavo não insistir mais, porque de um lado, eu estava com vontade de abraçar Fernanda, do outro, estava verdadeiramente com medo de ficar perto de Gustavo. Tudo o que havia acontecido conosco nos últimos dias estava me deixando bastante pensativo e confuso. Eu nunca havia sentido tesão por homem algum, mas toda vez que Gustavo me abraça comemorando um gol, ou faz uma de suas brincadeiras sacanas comigo eu acabava ficando excitado. E eu não queria ficar. Eu queria ficar excitado apenas ao pensar em Fernanda. Quando Gustavo me ligou para me chamar pra passar o Réveillon em sua casa, só de ouvir sua voz eu fiquei com tesão e me deu vontade de me masturbar pensando nele. Fiquei aliviado quando ele desligou e eu havia decidido que não iria para a festa em sua casa. Só não confirmei que não iria por telefone para ele não insistir. Quando a festa começasse e a casa dele estivesse cheia de gente ele ficaria distraído com o pessoal lá ele não abandonaria a festa para vir atrás de mim.

Deitei na cama e fechei os olhos para ver se caia no sono e ficava sem pensar nisso tudo que estava acontecendo. Adormeci na minha cama no final da tarde.

— Vitor... Vitor...

Acordei com minha mãe me chamando. Olhei para a janela e vi as estrelas no céu.

— Tem uma visita aqui pra você.

Gustavo entrou no meu quarto. Assim como eu em sua casa, Gustavo sempre teve livre acesso desde quando éramos crianças. Já dormimos várias vezes um na casa do outro quando éramos mais novos. Por isso minha mãe já foi levando ele para o meu quarto, mesmo eu estando dormindo.

— Você não acreditou mais uma vez em mim quando eu disse que viria te buscar né!

— Fique à vontade Gustavo — disse minha mãe saindo do quarto.

— Obrigado dona Ivonete.

— Vitor, que cara de destruído é essa? — perguntou Gustavo rindo — Vamos aproveitar, hoje é véspera de ano novo, po!

— Uhuul — fiz eu sarcasticamente levantando o punho direito sem muita animação. Eu ainda estava deitado de bruços e olhos fechados.

— Vixi! É um mau começo, mas é um começo! — disse ele se sentando na cama — Vamos lá pra casa? Ou você quer ficar aí sozinho?

Demorei a responder.

— Ok então, Vitor. Já que você não quer ir eu respeito. Vou embora porque daqui a pouco começa a chegar o pessoal. Mas olha, não vou ficar mais correndo atrás de você não. Te chamei aquele dia pra ir pescar no Arpoador de noite e você ficou de desculpinhas e foi maneiro pra caralho. Agora só porque a namorada foi ver os avós em Floripa fica aí deitado na cama feito um mané. O cara que te considera pra caramba sai de casa pra te chamar pra uma festa na casa dele e você não vai. Que amigo que tu é hein cara, valeu! Feliz ano novo!

Enquanto Gustavo falava eu digeria cada palavra. Ele sabia fazer um discurso daqueles e te fazer ficar com remorso mesmo antes de fazer ou deixar de fazer algo. Ele se dirigia para a porta do meu quarto e antes que ele fosse embora e eu me arrependesse, disse com ímpeto quase gritando:

— Calma Gustavo!

Gustavo parou na porta e me olhou.

— Eu vou.

— Vitor, eu sei que tu tá triste aí por causa da Fernanda e eu vou entender se você quiser ficar em casa. Não quero te forçar a fazer nad...

— Já disse que eu vou porra! E não vou forçado. Vou porque eu quero ir. Minha namorada não está aqui, mas meu amigo está.

Gustavo me olhou com um brilho nos olhos que eu preferi ignorar para não ficar hipnotizado.

— Vou só tomar um banho e me arrumar.

— Cara, não precisa tomar banho e muito menos se arrumar. A festa vai ser toda na piscina. Vai de sunga. Vai geral cair na água!

Fiz assim como ele me disse, despedi dos meus pais e fomos para sua casa em sua moto.

A festa começou, e a galera do futebol foi chegando aos poucos. Os pais de Gustavo apareceram muito pouco na festa e foram dormir bem cedo. Todos estavam na piscina de sunga e as poucas garotas que foram estavam de biquíni e eram disputadas pela maioria masculina. Eu bebia um pouco, bem moderadamente e conversava com Gustavo, mas ele tinha que dar atenção aos outros caras do futebol. Ele era bastante popular.

Fernanda ligou para mim e eu disse a ela que estava na festa da casa de Gustavo, ela ficou um pouco com raiva porque ouviu o barulho da farra, mas entendeu tudo quando eu disse que estava muito triste sem ela. Ela também disse que estava morrendo de saudades. Ficamos conversando por quase uma hora. Desliguei o celular, guardei-o na casa de Gustavo para não molhar e fiquei na área de serviço observando a bagunça de longe. Começou a tocar funk e todos começaram a dançar.

— Ta fazendo o que aí sozinho cara? — perguntou-me Gustavo que apareceu do nada me dando um susto. Ele estava com sua sunga vermelha de sempre e, em uma das mãos, uma garrafa de cerveja.

— Nada. To aqui de boa. Acabei de falar com Fernanda por telefone e a saudade apertou.

— Ahh Fernandinha — disse ele sorridente — Fernandinha é muito sortuda por namorar um cara assim como você disse ele me deixando sem graça e me fazendo sorrir — Toma um gole aê — disse me oferecendo a cerveja que estava em suas mãos. Peguei-a e bebi no gargalo, assim como ele fazia. Acabei com a cerveja e coloquei a garrafa no chão da área de serviço.

— Se sente melhor agora, meu amigo? — perguntou-me.

— Não — respondi inanimadamente.

— Não? Então me dá um abraço aqui — me abraçou forte e empolgadamente e mais uma vez só que agora de sunga, encostou seu pau em minha coxa. Pelo volume que eu senti deu para perceber que ele estava levemente excitado. Isso me deu bastante tesão.

— Tá bom, já chega! Já me sinto melhor! — respondi totalmente sem graça.

Gustavo parecia um pouco alterado por conta da bebida.

— Ó fica assim não — disse ele olhando em meus olhos — Sou seu brother e se precisar de qualquer coisa pode contar comigo valeu?

— Valeu — respondi abaixando o olhar e sorridente.

Ele olhou para a piscina e saiu de perto de mim correndo, fui atrás para ver o que tinha acontecido. Na verdade, sua irmã Mariana estava dançando funk agarrada com Beto. Gustavo separou os dois e disse:

— Minha irmã não!

Todos começaram a zoar Gustavo.

— Ahhh ta com ciumezinho da irmãzinha!

— Ei pessoal o Gustavo caiu na pilha. Vamos jogar ele na água — gritou Carlos sendo obedecido imediatamente por todos. Comecei a rir. Aproximei-me para ver a bagunça.

Depois de jogarem Gustavo na água, Beto chutou uma bola para dentro da piscina e rapidamente todos começaram a jogar uma espécie de pole aquático improvisado. Como eu estava fora da água Beto me chamou para jogar. Entrei. Formamos os times e começamos o jogar. Gustavo, que era do time oposto ao meu resolveu me marcar o tempo todo.

Quando consegui tomar posse da bola, Gustavo se aproximou de mim e tentou pegar a bola de minha mão. E no meio da luta pela posse de bola, acabou encostando sua perna várias vezes em meu pau. Não sabia se era sem querer ou de propósito, mas aconteceu várias vezes. Aquilo me dava tesão e queria que parasse porque eu estava gostando.

Paramos o jogo por causa da meia-noite. Começamos a nos cumprimentar e alguns haviam levado fogos de artifício. Também teve um banho de champanhe pra tudo quanto era lado proporcionado por Ricardo.

A festa durou por mais três horas até todo mundo começar a ir para as suas casas cansados. Mariana também já havia ido dormir. Eu fui me despedir de Gustavo.

— Pow, já vai, Vitor?

— Vou sim — disse eu — To morrendo de sono.

— Eu tenho que te levar de moto, então. Você veio sem carro esqueceu?

— Não precisa, você bebeu demais. Eu vou caminhando.

— Tá doido, cara? Tu não vai a pé pra casa não — insistiu ele — Dorme aqui então. Ainda está la no meu quarto o sofá-cama que você já dormiu várias vezes. Lembra?

— Claro — disse eu sorrindo ao lembrar — Mas não sei...

— Não sabe o quê? Vai fazer o que em casa? Fica aqui com seu brother. Vamos beber mais um pouquinho. Depois a gente sobe e dorme. Por favor! Pelos velhos tempos de amizade.

Gustavo sempre conseguia as coisas que queria por causa de seu jeito. Apesar de perturbar a todos com suas brincadeiras sempre cativava os amigos. Era um grande amigo. E a cara que ele fez me pedindo por favor foi incontestável. Assim, acabei aceitando e ficando na casa dele.

**********

Próximo capítulo:

— O que foi cara?

Eu estava encostado na parede da piscina.

— Nada demais não — disse ele com uma cara de safado — É que essa sua história me deixou com o maior tesão.

Comecei a gargalhar.

— Tu tá rindo? Então olha isso aqui.

Gustavo foi caminhando por dentro d'água até a beirada. Apoiando o braço na lateral da piscina, levantou o corpo até onde dava pra ver sua sunga vermelha e o volume do seu pau duro dentro dela. Eu comecei a rir nervoso e com muito tesão de ter visto aquilo.

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Obrigado aos comentários galera. Lembrando que o conto continua lá.


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Comentários

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02/09/2015 10:56:47
Otimo
23/08/2015 20:30:43
De novo??? Vou sumir com seu corpo da Terra se reiniciar esse conto! RUM!
22/08/2015 12:26:54
Amei. Perfeito :)
22/08/2015 05:33:34
...
22/08/2015 01:09:35
Por aqui e pelo blog também.
21/08/2015 21:58:05
Bom demais
21/08/2015 19:45:01
10. Perfeito! Acompanhando tmb pelo blog.


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