As férias da minha vida X

Um conto erótico de Lucas
Categoria: Homossexual
Data: 06/02/2014 01:58:36
Nota 10.00

Capitulo dez: Surpresa de natal.

Esquisito. Essa é a palavra que melhor dsefine as duas semanas que se passaram. Meu pai e Cindy olhavam diferente para mim. Não diferente de uma forma ruim, mas com orgulho e admiração. Matt passou a frequentar minha casa quando Nathan não estava e ele e meu pai se davam super bem. A meu pedido meu pai não disse para ninguém (especialmente para o pai de Matt) sobre nós dois mesmo eu tendo me assumido. Não escondiamos nossa relação das outras pessoas, mas só do pai de Matt. Ele quweria encontrar uma forma de falar com o pai e isso exigia tempo e planejamento.

Foi estranho também entre os meus amigos. Me assumi para todos um dia depois de me assumir para o meu pai. Jess gritou histericamente ao saber que seu melhor amigo era gay. Kimberly me deu um abraço e disse que me apoiaria em tudo. Matt finguiu surpresa e também me abraçou, porém seu abraço foi diferente do de Kim. Era mais amoroso e carinhoso. Nathan quase infartou, pois quando a frase Eu sou gay saiu pelos meus lábios enquanto faziamos pizzas caseiras na casa de Jess, ele achou que eu iria contar sobre nós dois. Nunca vi seu rostoi mais branco do que estava quando ele me abraçou carinhosamente.

Quase não conseguia mais transar com Nathan, pois Cindy estava sempre em casa e eu ficava sem graça de fazer aquilo com ela em casa. Cindy estava gravida de seis semanas. Ela desmaiou no restauramte no dia que Matt e eu estivemos lá e meu pai a levou correndo para o hospital onde descobriram sobre sua gravidez.

Quando contei para minha mãe que meu pai já sabia de mim e a forma como ele ficou sabendo, ela quase infartou. Ela não colocava muita fé que eu iria contar para o meu pai nessas férias e sinceramentemeu também não. Se não fosse por Matt, ainda estaria trancando no armário.

Era vépera de Natal e meu pai e Cindy fizeram uma ceia farta e convidaram alguns amigos inclusive os pais de Nathan e de Matt. Os pais de Nathan vieram, porém os de Matt passariam o Natal na casa da avó de Matt. O que fez com que adiassemos nosso amigo oculto para o dia seguinte.

Por mais que Nathan estivesse ali comigo, eu sentia falta de Matt. Nathan estranhamente temtava conversar comigo. Digo estranho, pois nós nunca converssavamos. Quando conseguiamos ficar sozinhos um fempo, nós nos beijavamos. A noite foi longa e os pais de Nathan (um pouco alegres por causa do vinho vinho) Junto com cinco amigos de trabalho de meu pai e Cindy. Mas Nathan ficou. Quando eramquase três da manhã, meu pais foram dormir memdeixando sozinhomcom Nathan na sala.

— Tenho u!ma surpresa para você — ele disse mordendo os lábios de forma safada.

— E o que seria? — perguntei olhando naqueles olhos azuis.

Ele apenas pegou em minha mão e me levou para o meu quarto onde me mandou fechar os olhos. Eu fechei e quando ele me amndou abrir, ele tinha mas mãos, uma caixa embrulhada em papel de presente vermeljo.

Peguei a caixa de sua mão e agradesci ficando corado por não ter lhe comprado nada.

— Abri! — pediu sem esconder a empolgação.

Rasguei o pape

de parede louco para descobri o que havia lá dentro e para minha surpresa Havia uma calcinha de renda vermelha, um sutian também vermelho e um gorro de papai noel.

— O que é isso?

Nathan sorriu e pegou o gorrp na caixa e o colocou em minha cabeça.

— Vamos brincar de papai e mamãe Noel. A malicia em sua vpz era perceptivel a quilometros de distância.

— Você quer que eu vista isso? — disse pegando no titian.

— Claro! Vai para o banheiro se trocar eme encontra aqui já já!.

Meio receoso, fui para o banheiro e tirei completamenteminha roupa. Coloque a calcinha e senti que a renda entrou em minha bunda. Plkhei no espelho e debo admitir que ficou bem. Minha bunda era empinadinha e redondinha como a de uma mulher. Sorri ao constatar isso. Peguei o sutian e o vesti, mesmo o tamanho p ficoiu estranho em meu corpo já que não tenho seios femininos. No fundo da caixa havia também salto altos vermelhos e uma meia arrastão preta. A calcei junto com o salto. Mexi nas maquiagens de Cindy e me maqueei como uma garota. Vesti o gorro e coprri para o meu quarto. Nathan estava deitado na cama trajando apenas uma cueca box vermelha e um gorro de papai Noel. Ele sorriu ao me ver e levantou.

— Como estou? — perguntei girando para ele demonstramdo minha habilidade com o salto agulha.

— Igual a uma putinha!

Ele veio até mim e passou a mão por meu peito e parando bem no meu pênis que fazia um volume enor!e na calcinha.

— E o que você vai fazer com essa putinha? — disse entrando na brincadeira.

Nathan usou sua boca para responder. Ele beijou meu pescoço enquanto suas mão desciam por suas costas e apertava minha bunda me dando tesão.

— Eu vou comer você hoje Luke — ele sussurrou em meu ouvido me causando arrepios.

Suas mãos subiram até o sutian e com facilidade ele desatou o feiche o arrancando de mim. Ele colou seu corpo junto ao meu onde eu senti o volume em sua cueca roçar nl volume em minha cueca. Eu segurei seu pau por cima da cueca e comecei a massagea-lo vagasrosamente.

Desci minha boca por seu peito e seu abdômen até chegar em seu pau. O tirei da cueca e coloquei minhanboca em sua cabecinha e começei a lambe-la. Conforme Nathan gemia, eu engolia mais e mais do seu pau o fazendo gemer mais e mais.

Repenrinamente ele me empurrou e Me colocou de quatro no chão do meu quarto. Ele começou a acariciar a minha bunda e a gemer de tesão. Com certa violência ele tirou minha calcinha a rasgando em alguns pontos.

Gentilmente ele abriu minha bunda revelamdo o meu cu. Ele passou a mão me causando espasmos de prazer. Eu gemia e pedia para ele continuar. De todas as vezes que eu e Nathan tranzamos, aquela estava sendo a mais prazerosa. Ele parou de chupar meu cú e pegou um tubo de lubrificante em sua mochila. Passounum pouco em meu cú e depois no proprio pau. Com delicadeza ele começou a me penetrar. Eu gemia de dor e de desejo. Meu cú virgem queria regeitar aquela cabeça que entrava com enorme dificuldade. Meu cú ardia muito a cada centimetro de seu pênis que entrava em mim e isso éra maravilhoso. Algumas lágrimas escapavam pelos meus olhos.

— Estou te machucando? — Nathan me perguntou parando de me penetrar devido a preocupação.

— Não para — pedi sorrindo.

Apesar da dor, estava muito bom para parar agora. Era uma sensação maravilhosa e dificil de descrever. Melhor que tudo aquilo que já senti em toda a minha vida.

— Tem certeza? — indagou ainda preocupado.

— Mete com tudo! — quase gritei com a voz mais grave do que o normal.

Nathan então voltou a me penetrar sem se preocupar se estava doendo ou não. A dor era intensa, mas eu estava disposto a suporta-la para sentir seu membro dentro de mim. Naquela hora eu me senti nas nuvéns como nunca me senti quando era eu que o penetrava. Ser o passivo era muito melhor.

Nathan me fudeu de várias formas possiveis. De quatro, frango assado, de lado, comigo por cima dele, papai e mamãe... Tudo e mais um pouco. Quando ele gozou dentro de mim, eu gosei em minha propria barriga e com a mão Nathan recolheu meu esperma e engoliu. Em seguida me beijounfazendo com que eu sentisse o gosto do meu proprio goso em sua boca. Nos levantamos e tomamos banho juntos. Nos deitamos em minha cama nús. Eu apoiei minha cabeça em seu peito enquanto ele axariciava meu cabelo.

— Eu te amo Luke — ele me disse com a voz sonolenta.

— Ama mesmo? — eu pretendia dizer que o amava também, mas as palavras escaparam por minha boca contra minha vontade.

— Como assim, Luke?

Ele se levantou da cama ficando sentado de frente para mim.

— Nós nunca conversamos, Nan. Só te vejo a noite e tudo o que fazemos é trasar e nos beijar.

— Achei que era isso o que queria — a resposta de Nathan me pegou desprevinido — Desde que chegou, você me beija o tempo inteiro. Não estou dizendo que não gosto, mas quando eu pergunto se seus pais estão aqui, não quero dizer que quero tramsar. Quero ficar com você.

Nathan chegava todas as noites em minja casa e tudo o que faziamos era nos beijarmos e tranzarmos. Mas parando para pemsar, a iniciativa era minha na maioria das vezes. Eu o excitava e depois não puxava assunto, pois esperaca que ele o fizesse. Pelo visto ele também esperava que eu puxasse assunto.

— Quando eu disse que nos divertiriamos muitos nessas férias, nunca disse que seria só sexo. Podemos sair escondidos. Podemos conversar e só curtir a companhia num do outro. Eu te amo Luke. Eu quero ficar com você em todos os momemtos e não só na hora do sexo.

— Então está disposto a se assumir por mim? — o precionei.

Ele respirou fundo e passou a mão e seus canelos dourados os jofando para trás.

— Para mim é complicado Luke — seu semblante mostrava apenas tristesa — A maioria de nós não tem um pai como o seu. Sabe o que é ouvir do seu pai que ele preferiria que você morresse a ser algo que você não é. O quanto dói ser a desgraça da familia. O quanto é cruel o que eu estou fazendo com Jess. Ela me ama tanto e eu não conssigo ama-la. Até você voltar eu estava em conflito sobre quem eu era. Semtia sim algo diferente por você, mas só entendi quando te vi novamemte. Te beijei como um teste. E quando percebi que era muito melhor do que beijar uma garota... Sei o que fizemos naquela noite e ta, bém sei o que eu fiz no acampamento com o monitor. Mas ainda tinha esperanças de que isso fosse apenas uma fase. Choro quase todas as noites antes de dormir com medo de alguém descobrir sobre mim. Choro todas as noites por não ama-lo como amigo e sim como amante. Eu te amo Luke e isso é a pior e a melhor coisa que já me aconteceu. Estou completamemte dividido. Não sei quem eu sou. Só sei que te amo.

Eu o beijei, mas nã de uma forma erotica e sim de uma forma amorosa e confortadora. Nunca percebi o que Nathan sentia, simples, emte por que não perguntei. Nathan sofria em silemcio enquanto eu me divertia com Matt. Como pude em algum momento duvidar que Nathan me amava? Toda dor e confusão que ele sentia estava relacuonado ao que ele semtia por mim. Todas as vezes que reclamei internamente a respeito de Nathan tinham sido injustas. Não era ele quem não queria conversar e sim eu que não dava espaço para ele faze-lo.

— Me desculpa Nan. Desculpa por duvidar do seu amor. Eu te amo.

Aquelas palavras não soacam tão verdadeiras como quando eu as dizia para Matt, mas soaram mais verdadeiras do que da primeira vez que lhe disse.

Natjan não disse nada, apenas se deitou de costas para mim e eu o abraçei pelas costas ficando de conchinha com ele.

— Eu te amo, meu anjo — disse dando um beijo em sua nuca, mas ele não demonstrou nenhuma reação.


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Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
14/05/2016 22:09:37
Que frio
06/02/2014 15:58:31
Que frio
06/02/2014 10:01:39
MUITO BOM, MAS TORCENDO QUE ELE FIQUE COM O MATT.


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