Maria Batalhão

Um conto erótico de Cella
Categoria: Grupal
Data: 04/04/2009 14:56:08
Nota 8.50

MARIA BATALHÃO

Bem, primeiramente, deixem-me falar-lhes um pouco sobre mim. Meu nome é Marcela, tenho 23 anos e estou casada há 05 anos. Casei-me com meu primeiro e único namorado e todas as minhas experiências eram apenas com ele. Desde quando namorávamos, muitas vezes era quase que impossível suportar algumas “barras”. Por várias vezes terminamos tudo mas, por fim, acabávamos

voltando, até que engravidei e acabamos nos casando. Depois de casados, tudo só ficou pior. Meu marido é do tipo...bem, digamos...”bola murcha” para certas coisas. Desde quando namorávamos o negócio dele era curtir o futebol, o chopinho com os amigos, uma bolinha no meio da semana e...vez em sempre, sem tempo pra mim. Mas, fui levando...suportando o seu jeito e me acomodando. Sempre fui ótima dona de casa e sempre fiz suas vontades, sem me queixar. Sou bonita (me acho, pelo menos), tenho um corpinho bem feito e minha paixão são minhas coxas: redondas e bem feitas. Tenho 1,63 de altura...sou baixinha...e gostosinha..rsss.

A coisa de três meses atrás, tudo foi pelos ares: descobri que meu marido ia ser pai e, quem era a mãe? Minha boa e querida amiga de todas as horas. Fiquei péssima, chorei muito, perdi meu rumo.

Moramos numa cidade do Vale do Paraíba próximos a um batalhão da PM. Às vezes, indo a alguma compra tinha de passar ali por perto. Como em nossa cidade faz muito calor, sempre usei roupas leves...um shortinho e uma regata ou um vestido leve e, assim, minhas pernas estavam sempre de fora. Sabia que os soldados ali por perto, principalmente os que estavam de guarda, viviam me olhando, mas sempre passava por ali sem dar a menor bobeira pra eles. Depois que soube do que meu marido me aprontou...tudo mudou. Passado o primeiro momento, resolvi dar-lhe o troco. Olhava pra todo mundo que me encarava e respondia a todos que mexiam comigo, mas não tinha, ainda, coragem pra ir além disso.

Certo dia, passando ali pelo batalhão, notei um soldado me fitando já à distância. Vi que ele não tirava os olhos de mim e coxixava algo com seu companheiro. Quando passei por eles, ele me cumprimentou. Respondi simpaticamente. Quando voltei ele ainda estava por ali e perguntou-me o nome ao que respondi:

Meu nome é Marcela e o teu?

Assim começamos a conversar um pouco, falar sobre o calor, sobre a hora...coisas bobas. Ele me perguntou se costumava ir a algum lugar, algum clube das proximidades e disse-lhe que não. Logo ele me convidou para sair qualquer dia e tomarmos um Chopp em alguma lanchonete e jogarmos conversa fora. Aceitei...até me espantei com isso, mas aceitei de primeira. Pensei comigo mesma: “Será que vou começar aqui minha vingançinha?”

Assim, satisfeita e eufórica pelo ocorrido,voltei pra casa. Durante o trajeto fui fantasiando um monte de bobeiras. Comecei a lembrar dos filmes de sexo que meu marido gostava de assistir aos finais de semana e por aí fui seguindo...na mesma linha. Me imaginando no lugar daquelas mulheres que fazem esses filmes, imaginando o que elas podem sentir. Assim, comecei a sentir um desejo irresistível que começou a brotar dentro de mim...o de ter algum tipo de experiência semelhante a daquelas mulheres nesses filmes.

Alguns dias depois, passando pelo mesmo batalhão, encontrei o tal soldado, outra vez. Ao meu ver, sorriu e me cumprimentou alegremente. Nessa hora, eu o cobrei pelo nosso Chopp. Ele, de pronto, me convidou para sair com ele naquela noite. Topei. Aceitei na hora. Assim, voltei pra casa, levei minha filha para a casa de minha mãe, e pedi para que dormisse lá pois desejava ter uma conversa com o seu pai, meu marido. Marquei encontro com meu novo amigo por volta das 18:00 hs, na praça do centro da cidade. Às 18: 00 hs, em ponto, de banho tomado, bem produzidinha, la´estava eu, aguardando o soldado. Ele chegou em seguida. Entrei no seu carro e fomos a uma lanchonete num outro bairro da cidade, longe de onde eu morava. Tomamos alguns chopinhos, jogamos muita conversa fora e fomos nos dando bem. Marcamos de sair no sábado à tarde.

Chegado o sábado, encontrei meu soldado. Eu estava toda nervosa e ansiosa. Conversamos um pouco dentro do carro e eu lhe pedi para irmos para um lugar mais tranquilo e onde pudessemos ficar “mais” a vontade. Ele fez uma expressão meio sacana e se dirigiu, adivinhem pra onde? Pro primeiro motel que encontrou. Entramos, nos beijamos, nos esfregamos, suas mãos começaram a correr pelo meu corpo...senti seu pau ficando duro sob a calça. Ele fazia pressão sobre mim com seu pau. Meu tesão aumentava a cada instante. Comecei a acariciar seu pau por sobre a calça. Estava louca pra ver esse pau...nunca havia visto outro, ao vivo, que não fosse o do meu marido. Pedi-lhe que me deixasse abrir sua calça e assim fiz, tirando para fora aquela coisa linda, dura, de cabeça vermelha, molhada. Era até menor que o do meu marido, mas não era isso o que me importava naquele momento. Abaixei-me a sua frente e ao apertar seu pau, escorreu de dentro aquele líquido viscoso que sai quando se está com tesão. Imediatamente, passei a língua na cabeça de seu pau, lambendo aquele caldinho gostoso. Daí em diante, comecei a chupá-lo com toda força e vontade, acariciando com meu lábios e língua cada centímetro daquela delicia. Ele gemia de tesão. Sentei-o na cama, me despi em sua frente e entrei no meio de suas pernas para continuar chupando-o. Após algum tempo ele me pediu para que me deitasse sobre a cama e quando o fiz, ele começou a me chupar inteira...eu estava adorando aquilo. Fizemos um 69 e ficamos nos chupando por um bom tempo, até que me deitei de costas e pedi-lhe que me penetrasse. Queria senti-lo. Ele o fez e começou a meter em mim, cadenciadamente, com carinho, me beijando e acariciando meu rosto. Em seguida me puxou por cima dele e comecei a cavalgá-lo: isso me fez gozar mais de uma vez. Ficamos no motel por umas quatro horas e transamos o quanto pudemos.

Saímos mais algumas vezes, íamos ao motel, ao drive-in, e assim íamos levando. Embora estivesse chifrando meu marido, que era o que eu queria para lhe dar o troco, já não estava me interessando muito sair com o tal cara, estava ficando meio que comprometedor, e eu não queria isso. Na verdade, queria apenas me divertir e...dar um pouco...rsss. O cara era noivo, iria se casar e estava querendo terminar tudo apenas por mim, e isso eu também não queria. Por conta disso, disse-lhe que não queria mais sair com ele e que....bem, dei-lhe um belo pé-na-bunda.

Tendo eu terminado com nosso relacionamento, o cara se sentiu talvez magoado e começou a falar de mim pra todos os companheiros do batalhão e, ainda, de tudo que fazia comigo e como eu fazia. Assim, não demorou muito pra que a turma de lá, os companheiros dele, também quisessem me dar uma pegada. Quando passavam por mim, na rua, só faltavam beijar o poste com o carro, quebravam o pescoço pra ficar me encarando. Outros, mexiam comigo, mandavam beijinhos, davam buzinadinhas e, quando passava pelo batalhão, sempre ouvia uma piadinha. Uma tarde qualquer, ao voltar da manicure, uma viatura parou ao meu lado e um dos soldados perguntou-me se desejaria uma carona, tratando-me pelo meu nome. Aceitei! Entrei no carro e me deixaram próxima a minha casa. No caminho, contaram-me que sabiam meu nome através do companheiro que lhes dissera. Já imaginei que sabiam de tudo. Me excitei com isso. Um deles convidou-me para sair e conversarmos um pouco, qualquer dia desses. Não era o que eu queria. Desavergonhadamente, disse que sim, mas somente se fosse com os dois. Se espantaram, mas também se entusiasmaram. Marcamos para sexta-feira à noite. Embora ainda estivesse dividindo o mesmo teto com meu marido, sabia que naquele dia ele viajaria a serviço. Assim, ansiosamente, esperei o final de semana. Liguei para um deles e combinei de virem a minha casa. Era lá que eu queria. Na sexta-feira à noite, eles chegaram. Convidei-os a entrar, acomodei-os em meu sofá, ofereci-lhes uma bebida. Eu estava com uma saia jeans, bem curta, e uma camiseta regata. Notei que olhavam meu corpo, minhas pernas e meus seios através do decote de camiseta. Disse-lhes que viria logo em seguida, que me aguardassem um pouco. Liguei a televisão e, como já havia preparado tudo, havia um filminho pornô em andamento. Fiz cara de espanto, pedi desculpas pelo ocorrido, enquanto observávamos a cena de uma mulher com alguns homens. Eles fizeram algumas piadinhas sobre o filme e eu me diverti junto a eles. Disse-lhes para continuar a assistir ao filme até que eu voltasse.

Chegando em meu quarto, tirei minha roupa e coloquei uma lingerie que já havia deixado à mão. Sexy, minúscula e bem vulgar. Me maquiei como pude e fui à sala. Lá chegando, achei maravilhosa a expressão de espanto que fizeram ao me ver já daquele jeito. Cheguei perto de um deles e tomando de seu copo, tomei um gole, fazendo o mesmo com o do outro rapaz. Pedi licença e sentei-me no meio deles. Disse-lhes em seguida:

Estão espantados? Pois eu quero vocês, e muito. Não era o que vocês queriam também?

Sim – respondeu um deles – estamos querendo isso desde que você nos convidou para vir aqui.

Assim, assistindo na TV o filme pornô e tendo-me daquele jeito no meio deles, a situação esquentou imediatamente. Levantaram-se e me colocaram em pé, no meio deles. Começaram a me beijar, a passar as mãos por meu corpo, ao mesmo tempo em que eu ofegava de prazer e tesão. Comecei a passar a mão em seus paus, por sobre as calças. Eles começaram a me despir...tirar o pouco com o que eu estava vestida. Fiquei nua na frente deles. Em seguida, tiraram as suas roupas e vieram se esfregar em mim. Um deles tinha um cacete enorme que estava tão duro que chegava a encostar em seu umbigo de tão erguido. Adorei...era o que eu queria. Me entreguei a eles, também me esfregando em seus corpos, beijando-os, acariciando-os e me oferecendo inteiramente. Fui me abaixando enquanto os beijava e lambia. Quando cheguei a encosta meus joelhos no chão, à minha frente estavam aqueles dois cacetes lindos, duros, gostosos, prontos pra me comerem. Comecei a lamber em volta do pau deles, a beijar um e outro, a acariciar um em cada mão. O primeiro que coloquei em minha boca foi o maior. Mau cabia nos meus lábios. Comecei a chupá-lo com vontade, com força e, em seguida, fiz o mesmo no pau do outro. Eles começaram a falar-me: vai gostosa, chupa meu pau, engole tesuda...lambe a cabeça, é isso o que você quer, então toma. Com isso, começavam a bombar em minha boca. Um deles se abaixou por trás de mim e senti que entrava com sua cabeça em meio as minhas pernas. Senti quando começou a me chupar por trás, lambendo minha buceta e meu cu. O outro continuava com seu pau em minha boca ao mesmo tempo em que sem inclinava para apertar meus peitos. Convidei-os a ir para o meu quarto. Lá chegando, deitei-me em minha cama e os chamei, um de cada lado meu. O que aconteceu daí pra frente, foi a coisa mais deliciosa que já provei. Começaram a chupar-me, apertar-me, encochar-me, enquanto sussurravam palavrões e besteiras em meus ouvidos. Sentir aquelas bocas e línguas correndo por meu corpo, aquelas mãos me tocando inteira, seus dedos entrando em minha buceta, e eu ali, deitada, gemendo, me entregando a eles. Virei-me de lado para um deles ao mesmo tempo em que procurava o pau do outro para chupar. Quando me virei, senti o pau de um deles entrando em mim. O soldado começou a bombar com vigor enquanto me agarrava pelo quadril com uma das mãos e a outra passava por baixo de meu corpo para tocar em meu seio. Em certos momentos, eu parava de chupar o outro e pedia ao que estava me comendo que metesse mais, que enfiasse tudo, que me fizesse gozar. Ele aumentava o ritmo das estocadas e me puxava contra seu corpo com violência. Nesse momento, lembrei-me de uma das cenas que vi num daqueles filmes pornô que tinha que assistir com meu marido. Eu queria provar a mesma coisa. Fui me virando por cima do cara que estava me comendo e, deitada sobre e de costas pra ele, abri ao máximo minhas pernas e pedi ao outro que viesse por cima de enfiasse seu pau também, em minha buceta. No começo senti que ia ser rasgada ao meio, que não aguentaria, mas ele foi forçando, forçando, e logo eu estava com os dois paus dentro de minha buceta. O que estava em baixo me xingava de tudo que era nome, de puta, de cadela, de piranha, de vaca, ao mesmo tempo em que continuava no vai-e-vem de seu pau dentro de mim. O que estava em minha frente, olhando-me no rosto e metendo em minha buceta, ria, e metia, com vontade, perguntando-me: gosta, gosta de dois cacetes na sua buceta? Quer mais? Eu respondia a tudo com um sim. Naquele momento eu toparia qualquer coisa. Depois de me comerem juntos por um bom tempo, um deles falou ao outro que queria meter em meu cuzinho, que o colega havia dito que eu dava o cu para ele. Saiu de dentro de mim, tirou-me da cama e me colocou-me novamente sobre ela, de quatro, com a bunda virada para ele. Começou a me lamber o cu, a passar a mão em minha buceta melada e em seguida no me u buraquinho de trás. Sabia que queria lubrificar meu anelzinho e lhe ofereci um creme. Após lambuzar o seu pau, enfiou-o todo em mim. Quando o fez, eu estava com o cacete do outro em minha boca. Ambos comeram o meu cuzinho aquela noite. Ambos comeram a minha buceta, a minha boca e nela gozaram...muito. Eu também gozei e muito. Fiquei tão relaxada que adormeci em meio a eles. Quando acordei, já era madrugada, acho. Em minha frente estava um dele, com o pau duro pra mim, o outro ao meu lado e, até me assustei quando vi, parado na porta, o soldado com que eu saia. Atrás dele, havia outros dois. Em seguida entraram no quarto e rodearam a cama. Todos começavam a se despir e falavam entre eles:

- Hoje essa biscate vai ter o que está procurando...vara! Vamos fuder essa piranhinha...até ele não aguentar mais. Tentei me levantar e fugir, mas me seguraram. Começaram a passar as mãos sobre mim, em minha buceta, em meu rosto, apertar meus peitos, alisar minhas coxas e esfregarem seus paus em minha boca. Vi que não teria como escapar e que o melhor era ser “boazinha” com eles. Foi o que fiz. Dei pra todos eles, da melhor forma que podia. Aproveitei cada minuto, cada metida que eles me davam, cada palavra que eles falavam e gozei novamente, muito. Aqueles soldados me comeram a noite inteira...pedi-lhes apenas que se alternassem entre meu cu e minha buceta e eles o fizeram. Quando começaram a não aguentar mais e a gozar, foi incrível, foi um festival de urros, gemidos, estocadas e aquele lançar de porra em mim. Já amanhecia quando começara a se vestir para irem embora. Eu continuava nua, apenas tinha tomado um banho. Agradeci a cada um deles e ofereci-me para repetirem aquilo quando quisessem. Tornei a sair com um e com outro, de vez em quando, mas esse fato nunca mais se repetiu assim. Durante uns seis meses, dei para aqueles caras, de tudo que foi jeito possível. Depois disso, dois foram transferidos de cidade. O outro, o primeiro que conheci, se casou de verdade. Mas ainda tem dois que saio com eles às vezes. Tomamos algo junto em alguma lanchonete e depois vamos ao motel, ou transamos dentro do carro mesmo. Com isso, acabei me vingando de meu marido, com quem ainda moro, por enquanto. Como nossa relação é mínima, os caras são minha alegria e quando meu marido me procura, adoro pensar que onde ele está metendo, todos aqueles caras já meteram, esporraram e, melhor, continuam metendo.


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Comentários

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26/12/2009 23:28:31
muito bom
20/04/2009 00:57:46
Mandou bem gatinha,gostei muito do conto.
16/04/2009 22:49:18
Que maravilha. Nota dez. Eu tenho uma amiga que topa transar em grupo. Se vc quer fazer uma suruba conosco, ou tem um amigo a fim trepar também mande um e-mail fazendo as suas propostas de carinho e de tezão.
09/04/2009 15:49:00
Parabéns, sou casado há 16 anos e sou Sgt do EB e desejaria ver minha mulher com colegas de farda
05/04/2009 17:03:15
Parabens... o mais importante é que, além de retribuir com juros oque seu marido fez, você curtiu muito o sexo casual... maravilhoso!!
04/04/2009 22:20:45
Muito bem escrito seu conto.__Com facilidade excita q quem o lê.__Pode mandar seu msn no meu e-mail ? Meu e-mail é: estou aguardando, ok __Bj
04/04/2009 19:44:44
Responsa! Também sou PM. Se quiser te enfio a vara.
04/04/2009 17:40:09
Mulher traída é foda! nota 4, porque não sou soldado.


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