Minhas primeiras experiencias sexuais

Um conto erótico de Alvinho
Categoria: Heterossexual
Data: 16/07/2008 11:56:25
Última revisão: 19/07/2010 17:06:47
Nota 9.00

O máximo que tinha chegado perto de uma menina era na quadrilha do colégio. Tinha descoberto a punheta a pouco tempo e me contentava com as fotos de calcinhas e sutiãs dos catalogo do supermercado. Eu era adolescente, criado dentro de uma rigidez enorme. Meus pais tinham sido primeiros namorados, minha irmã mais velha, estava noiva com 19 anos e não podia sair só com o noivo. E como dividia o quarto com ela, tava doido que ela fosse pra casa dele de vez pra eu tocar minhas bronhas sossegado.

Regina apareceu como um anjo, devido à doença de minha mãe que sempre fora dona de casa. Precisamos de alguem pra ajudar no serviço. A mãe não queria, o pai obrigou, como não tinhamos quarto de serviço Regis, como era chamada, dormia numa cama de campanha na sala. Ela tinha uns vinte e poucos anos, vinha do interior e já tinha até uma filha. Como minha vivencia com o sexto oposto era restrita, mesmo ela não sendo bonita muito menos gostosa, adorava ficar secando ela durante o dia.

ela não usava sutiã e seus peitos pequenos marcavam as blusas que usavam, delineando os seus mamilos. Ela não me deu muita bola, até porque meu quarto era decorado com superheróis e minha sempre reforçava a todos a minha condição de criança.

Ainda bem, foi por isso que Regis não tinha receio de encostar a porta do banheiro e passou a me dar uma contribuição quase diária para minhas punhetas. Seus peitos eram pequenos, mas já um pouco caídos, tinha uma bunda grande uma buceta peluda e bem anunciada. Entrava sempre de calcinha no chuveiro, depois é que tirava e a lavava. O ritual que ela fazia pra lavar a xoxota me fez molhar o short ali mesmo. A melhor foi num sábado, que como o banheiro estava ocupado, ela foi trocar de roupa no nosso quarto, como eu ainda dormia, tirou a sua camisola e colocou a roupa de trabalho ali mesmo, a poucos centimetros de minha cama, pena que ela ficou de costas e não contemplar aqueles peitinhos, continuei fingindo que estava dormindo e quando ela saiu não aguentei e gozei em,baixo do lençol.

mas como tudo que bom dura pouco, alguns meses depois, já tinha a minha rotina, ouvia ela pegar suas coisas pra tomar banho, ia verificar se minha mãe estava deitada, esperava ela entrar no banheiro e já botava o pau pra fora para apreciar a visão. Mas daquela vez, depois que ela tirou a roupa, rapidamente se enrolou na toalha e abriu a porta. Não sei quem tomou o maior susto, eu que não esperava o flagra, ou ela abrir a porta para pegar um sabonete e me pegar, com o short e a cueca n meio da canela e com o pau já duro na mão. Ela fez uma mensão em gritar, e tive que tapar sua boca com a mão.

Pedi desculpas e implorei para ela não gritar ou contar a minha mãe. Só tirei a mão quando ela prometeu. Fechou a porta e me pediu um sabonete. Desta vez, fechou e trancou a porta. Fui para o meu quarto, esperando o pior, mas ao mesmo tempo, aquele momento onde a segurei contra a pia com meu pau forçando seu corpo apenas com a toalha e eu segurando sua boca ofegante, me deixou muito excitado. Mas não consegui falar com Regis por uns dias, perdi meu hobby preferido e ela passou a me olhar diferente. Mas de uma certa forma ela estava passando a me olhar com bons olhos. Até que um dia ela abri a porta do quarto e me pegou pelado, me pau estava mole mas como ele tem um porte razoavel, ela olhou bem pra ele, não fiz cerimonia e sem me cobrir indaguei:

- o que está olhando? Me sentindo superior.

- você já está bem crescido, né? Sua mãe dizendo que é uma criança...

Ainda com tudo a mostra e já dando sinais de vida, pedi que ela saisse, mas ela comentou que como tinha visto ela nua, ela podia me ver tambem. Se fosse hoje teria agarrado ela ali mesmo, mas fui colocar ela pra fora do quarto, e ela fingindo não querer sair. Percebi que ela estava gostando daquela brincadeira ela aproveitou para passar a mão no meu pinto.

Ah, agora tinha ficado liberado, aos poucos fomos brincando de fazer cocegas, onde aproveitava para pegar nos seus peitinhos, ou então ela puxava meu calção pra baixo, me deixando só de cueca, as vezes ficava de pau duro e passava atrás dela roçando minha rola na sua bunda. Mas não passava disto até pela presença de minha mãe em casa, que nos impedia de esculhambar totalmente.

Meu pai tambem inocente, dizia a Regis que me pedisse ajuda e caso eu a desobedesse poderia me bater. Ah como eu queria conseguir lhe desobedecer. Nossas brincadeiras foram ficando cada vez mais picantes. Não lembro de como começou a estória de eu colocar o pau pela brecha da perna do short e ela deixar eu apertar o biquinho de seu peito.

até que chegou o grande dia, foi uma surpreza, minha mãe chamou minha irmã para ir ao medico e pediu que eu ajudasse a Regis em casa a tarde, o que significava, eu e ela a sós em casa. Mas o estranho é que neste dia ela murchou, na primeira apalpada levei um fora. Mas resolvi forçar a barra, agarrei ela por trás, com meu pau pra fora do short e enfiei minhas mãos por dentro de sua blusa, ela tentou segurar minhas mãos sobre a blusa, mas ao mesmo tempo passei a beijar orelha, ela falava baixinho:

- me deixa em paz...ahnnn, me solta...ahnn...não faz isto...

Pude pela primeira vez, sentir toda extensão de seus seios. Macios, bicudos e morninhos. Ela se virou de frente e me olhou nos olhos me perguntou o que queria dela:

- quero deixar de ser criança. Quero transar com você.

Ela, me deu um beijo gostoso, eu ainda com as mãos em seus peitos, que nesta hora estavam descobertos. Ela puxou minhas mãos e as colocou em volta de sua cintura. Os seus mamilos então tocaram meu peito. Estava tão ansioso que logo enfiei a mão dentro de sua bermuda de cotton e pude sentir a pele de sua bunda. Ela insistia em dizer que era errado, que eu era um menino.

- não sou mais um menino! Disse apertando as suas nádegas e olhando nos seus olhos. - e quero mostrar agora.

Não tinha muito conhecimento em preliminares, mas já tinha ouvido falar que era bom chupar um peitinho. Sentei ela na minha cama e pedi para ela tirar a blusa. Ver aqueles peitos ao natural na minha frente dava até vontade de chorar. Chupei meio desajeitado, apertando eles contra o corpo dela. Chupava tão forte que ela gemia. Levei a mão dela pra meu pau e ela ficou apertando ele. A levantei e puxei pra baixo a bermuda junto com a calcinha. Os pelos de sua xoxota eram bem densos e não eram aparados. Percebi que ela não abria os olhos, enfiei um dedo no meio daquela moita de pentelhos duros e asperos. Que momento. Minha primeira bucetinha, estava ali, senti a abertura umida e coloquei o dedo dentro, era quentinha e bastante molhada, tentei abrir com os dedos e coloquei meu terceiro dedo até o fundo. Ela estremeceu, por curiosidade levei até o nariz e cherei, tinha o cheiro forte, nem sonhei em chupá-la. Comecei a tirar meu short. Assim que ficamos os dois pelados, ela veio sentar no meu colo, entrou fácil e logo senti meu pau tocar o fundo de sua vagina. Eu estava tremendo, naquele momento deixava de ser virgem, e era muito gostoso, nem se comparava a melhor das minhas punheta,

Passei alguns segundos aproveitando aquele momento. Logo ela começou o vai e vem, ou melhor, o sobe e desce. Ela apoiou uma das mãos na cama e a outra segurava minha nuca, os olhos fechados e balbuciando coisas safadas:

- Aaahh...vai menino...vai...ahhnn...atola...me come.

Eu confesso que não tinha outra reação a não ser orientar a penetração e apertar e chupar os seus peitos que pulavam na minha frente. Mas a inesperiencia tem seu preço, meu gozo veio tão rápido que não deu tempo de avisá-la. Inundei sua bucetinha gritando de euforia. Arriei na cama mas ela não saiu de cima. Me xingando de safado, disse que não tinha terminado ainda.

Ela saiu de cima do meu pau e ele já quase se entregando. Quamdo ela começou a punhetá-lo. É claro que eu aguentava, já teve vezes de só durante o seu banho eu bati 3. Eu ainda estava em extase quando me pinto acordou de novo e voltamos a brincadeira. Desta vez pediu pra ficar embaixo. Ela deitou com as pernas abertas e eu nem fiz agrado, ajeitei a cabeça melada do meu pau nela e comecei a bombar, desta vez ela botou pra gritar e gemer tão alto que fiquei com medo de algum vizinho escutar

Depois de algumas estocadas levantei meu tronco e apoiei suas coxas na minha barriga, que visão. A minha musa ali toda aberta pra mim, ela me olhava nos olhos e as vezes fechava-os e gemia. Nesta posição ela gritava ainda mais, de repente ela levanta o rosto, arregala os olhos, aperta forte meus braços e diz que está gozando. Era demais pra mim, fazer uma mulher gozar. E ela tremia o corpo e se arrepiava, seus peitinhos chegavam estavam afiados de tão excitados. Parei os movimentos para apreciar a cena e com ainda mais tesão voltei a meter com mais força ainda. Beliscava seus biquinhos com, força e ela me olhava com uma cara sacana, de novo veio o gozo e desta vez avisei. Ela pediu pra gozar fora e acabei melando toda a sua barriga de porra.

Me deitei ao seu lado e fiquei passando a mão nos seus peitinhos, me pau já indicava descançar. Depois fomos tomar banho juntos no mesmo local onde eu a brechava. E contei a ela todas vezes que eu gozei vendo ela se banhar quais as melhores partes do banho. Pedi para lhe ajudar a lavar as partes baixas e aproveitei para lhe dar uma siririca debaixo do chuveiro. Enquanto eu acariciava seu grelinho, chupava aqueles peitos caidos. Ela demorou pra gozar de novo e quase caiu com as pernas bambas.

Nos trocamos e fomos fazer de conta que nada tinha acontecido. Por incrivel que pareça essa foi a unica vez que a comi. Logo depois ela teve que ir embora e nossa unica aventura se tornou a melhor foda que tive até hoje.


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Comentários

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27/10/2014 15:38:45
Isso é muito bom... vai aquecendo... aquecendo.. até que pega fogo.
27/10/2010 12:06:07
bom seu conto,uma pena não ter tido mais relações com ela
16/02/2009 15:56:10
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